domingo, 26 de janeiro de 2014

Bill Gates e a camisinha de 1 milhão de dólares

As camisinhas provaram ser o mais eficaz método contraceptivo e de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis (as DSTs). Apenas dois em cada 100 preservativos não dão certo: rompem-se no ato sexual, escorregam e saem ou têm vazamento. Normalmente, os erros são resultado da má colocação. Quando a camisinha é usada da maneira correta, a taxa de prevenção é de 98% (o melhor índice entre métodos do tipo). Por que, então, diante de tanta eficácia, o multibilionário americano Bill Gates, fundador da Microsoft e o segundo homem mais rico do planeta, resolveu investir em pesquisas que procuram revolucionar a forma como são fabricadas as camisinhas? O motivo é simples: 95% dos homens ainda não aceitam usar preservativos. Por meio de sua ONG, a Fundação Bill e Melinda Gates, ele promoveu um concurso para selecionar projetos de preservativos inovadores. Inscreveram-se 812 equipes de cientistas, das quais onze foram escolhidas, em novembro passado, para receber investimentos de 100 000 dólares cada. Os protótipos de camisinhas que se mostrarem eficientes em testes a ser realizados neste ano podem receber mais 1 milhão de dólares para promover o início da fabricação. Felizmente, a aposta da revolução das camisas de vênus não diminuirá os bilhões de dólares entregues pela fundação para a busca de uma vacina e outros recursos no combate à malária.

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