quarta-feira, 22 de abril de 2015

Nova greve dos caminhoneiros



Os caminhoneiros ameaçam parar novamente a partir desta quinta-feira (23) caso o governo federal não atenda às reivindicações da categoria, de acordo com reportagem da Agência Câmara. Terminou na última terça-feira (21) o prazo pedido pelo governo para tentar um entendimento com o setor e atender à principal reivindicação dos caminhoneiros: uma tabela de custo que possa embasar um preço mínimo para o transporte de mercadorias. O deputado Celso Maldaner (PMDB-SC), coordenador da comissão externa da Câmara que acompanha o movimento, disse que ainda não há consenso sobre o tema. "O impasse que nós vamos ter no dia 22 é a reivindicação da tabela referencial de custos. Essa é a nossa grande preocupação. Grandes embarcadores e trades entendem que não pode haver uma tabela mínima", explicou o parlamentar. Ivar Schmidt, líder de um dos movimentos de caminhoneiros, o Comando Nacional de Transporte, destacou que muitos caminhoneiros dependem de uma tabela mínima para basear seus custos de frete. "A principal reivindicação nossa no dia 22 é a criação do frete mínimo. É uma questão de sobrevivência para a categoria hoje. Em geral, o pessoal que trabalha com caminhão não tem um grau de instrução muito elevado, não sabe calcular o custo de transporte e acaba carregando por menos do que é o custo real", disse Schmidt. "Por isso a gente está exigindo essa tabela do frete mínimo, como se fosse um salário mínimo, para que garanta pelo menos a cobertura dos custos", acrescentou.

Câmara dos Deputados gasta R$ 200 mil com sala VIP em aeroporto, diz coluna



A Câmara dos Deputados acaba de renovar um contrato para uso de uma sala VIP no aeroporto de Brasília. O espaço de 42 m² custará R$ 206 mil ou cerca de R$ 18 mil mensais, de acordo com a coluna Expresso, da revista Época. O contrato foi firmado com a Inframerica, empresa que administra o aeroporto, e prevê a cessão de três linhas de telefone fixo aos deputados que estiverem de passagem. A regalia, no entanto, não é exclusividade da Câmara. Conforme publicado na coluna, o Senado também gasta valor parecido para manter uma sala VIP no prédio.

Senado aprova voto distrital para vereadores em cidades com mais de 200 mil habitantes



A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) a eleição de vereadores por voto distrital em cidades com mais de 200 mil eleitores, segundo informações da Agência Brasil. A mudança está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 25/2015. Conforme a proposta estabelece, estes municípios serão divididos em distritos na mesma quantidade do número de vagas da Câmara. Cada distrito elege um vereador por maioria simples – 50% dos votos mais um – e o candidato mais votado será eleito. Nesta lógica, o texto prevê que o partido ou a coligação poderá registrar apenas um candidato por distrito e cada vereador terá um suplente. Caberá os Tribunais Regionais Eleitoral (TRE) a divisão dos distritos, com critérios de continuidade do território e igualdade de voto. O relator do PLS na CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), leu seu voto favorável ao projeto e conseguiu a aprovação de uma emenda para eliminar o dispositivo que previa o fim da propaganda eleitoral dos candidatos a vereador. Ainda segundo a Agência Senado, se não for apresentado recurso para que a matéria seja examinada pelo plenário do Senado, a proposta segue direto para a Câmara dos Deputados. A expectativa é que a proposta seja decidida a tempo de valer para as eleições de 2016.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Marina: Dilma vive ‘cassação branca’

Terceira colocada nas disputas presidenciais de 2010 e 2014, a ex-senadora Marina Silva (PSB-AC) avalia que a presidenta Dilma Rousseff (PT) vive uma espécie de “cassação branca”, na qual quem comanda a política é o PMDB, na figura do vice-presidente Michel Temer, e a economia é tocada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
“Na realidade de hoje, é como se a presidente só estivesse manejando a crise. A economia está nas mãos do Levy e a política está nas mãos do PMDB. Na prática, você já tem quase uma cassação branca de um governo que acaba de ser eleito”, disse Marina em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
A ex-senadora sustenta que Dilma tem “responsabilidade política indireta patente” nos escândalos da Petrobras. “Como você é ministro de Minas e Energia, chefe da Casa Civil e presidente da República e tudo isso acontece?” Mas ressalta que não há, no momento, elementos que justifiquem o eventual impeachment da presidenta.
Para ela, a oposição deve agir com responsabilidade em relação a esse assunto e fazer o que é “correto”, e não se deixar levar pelas manifestações das ruas. “O impeachment está previsto na Constituição, não é ilegal nem é ilegítimo se referir a ele como alternativa, mas, para chegar a ele, existem vários elementos, não é só o desgaste político, só a vontade política, mas é também a materialidade dos fatos. Os que têm responsabilidade política não podem passar por cima da materialidade dos fatos”, declarou a ex-petista à jornalista Eliane Cantanhêde.
Primeira senadora eleita pelo PT, a ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula considera que Dilma está colhendo a “herança maldita” de seu primeiro governo, quando tentou conduzir a economia e, segundo Marina, fracassou. Para ela, o país não teria chegado a uma crise política dessa dimensão se PT e PSDB tivessem estabelecido uma “agenda essencial”, em vez de reivindicarem o “monopólio” da inclusão social, no caso do primeiro, ou da estabilidade econômica, no caso do segundo.

Fracassa manifestação pela renúncia de Eduardo Cunha em Fortaleza


Um grupo de 200 manifestantes - segundo a Polícia Militar  - em sua maioria servidores comissionados das Prefeitura de Fortaleza, Sobral e do Governo do Estado, protestaram na manhã deste domingo (19) em uma passeata que saiu do Aterro da Praia de Iracema, e seguiu através da Avenida Beira Mar, gritando palavras de ordem e exigindo a renúncia do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


Os manifestantes também condenavam o PMDB, veiculando o partido à denúncias de corrupção e atacavam duramente o senador Eunício Oliveira.

A realização do movimento foi idealizada pelos irmãos Cid e Ciro Gomes, desde o dia em que o ex-governador do Ceará se demitiu do Ministério da Educação do Governo Dilma. Mas, nenhum dos dois compareceu ao ato, como também o governador Camilo Santana e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio.

A riqueza do movimento, comprovada através dos gastos, foi o destaque com a utilização de carros de som e a distribuição de camisas entre banhistas que estavam na praia. Além disso, organizadores estariam pagando manifestantes para participar do movimento, o que ninguém quis comentar.

Diante da ausência de apoio popular, a Polícia Militar acompanhou o movimento à distância, que chegou a causar apenas pequenos congestionamentos.

Ceará News 7

Cid Gomes nos EUA

O ex-governador e ex-ministro da educação, Cid Gomes, encontra-se nos EUA com a família. Nada de acertos relacionados a trabalho com o BID. Passará uma semana de lazer.

Custo da saúde nos hospitais regionais do Ceará

A manutenção mensal dos grandes hospitais geridos pelo Estado não é coisa pouca, não. O Hospital Regional do Cariri custa R$ 10,6 milhões; o Hospital Regional do Norte, R$ 14,5 milhões; e o HGF tem peso de R$ 22 milhões.

Mas no Centro-Sul o Hospital Regional custa por mês R$ 309 mil reais.

Frente Parlamentar Católica será apresentada

Será dia 28 o lançamento da Frente Parlamentar Católica, com 200 deputados, sob tutela do federal Givaldo Carimbão (PROS-AL).
Chega como irmã da Bancada Evangélica, representada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha. As duas se unem para blindar a pauta conservadora do presidente, com o discurso sobre valores morais e da família.
Coluna Esplanada

Eduardo Cunha rejeita tese do impeachment, mesmo após 'pedalada fiscal'



Principal estrela do Fórum de Comandatuba, maior encontro empresarial do País, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rejeitou veementemente a tese de que já existem elementos para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, proposta que ganha corpo entre os partidos de oposição. "Qualquer coisa que chegar a gente vai examinar com atenção e respeito. Mas, na minha opinião, o que saiu em relação a isso foi no mandato anterior. Não vejo como possa se aplicar em responsabilidade no atual mandato", afirmou. Questionado se as "pedaladas fiscais", manobras em que o governo usou bancos públicos para cobrir despesas que deveriam ter sido pagas pelo Tesouro, justificariam o impedimento da presidente, Cunha novamente rejeitou a ideia. "O que vocês chamam de pedalada é a má prática de se adiar investimento para fazer superávit primário. Isso vem sendo praticado nos últimos 15 anos sem nenhuma punição", avaliou. Sobre a votação do projeto de terceirização, que deve acontecer na quarta-feira, o presidente da Câmara afirmou que foi "um erro" ter demorado tanto tempo para se votar essa pauta. "Faz anos que está lá. Não tenho compromisso com o conteúdo do resultado, mas com a votação." Organizado pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), o Fórum de Comandatuba começou ontem e terminará na terça-feira.

Lei institui multa de até R$ 500 a quem lavar calçada com água potável em SP



O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou uma lei que determina aplicação de multa de até R$ 500 a quem lavar calçadas com água tratada fornecida pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A medida foi publicada neste sábado no Diário Oficial do Estado (DOE) paulista. Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, o texto estabelece que a limpeza das calçadas deverá ser feita por varrição, aspiração ou outro recurso que não necessite da lavagem, exceto quando o cidadão utilizar água de reuso, poço, ou de chuva. A origem da água utilizada deve ser comprovada. Na primeira vez em que for flagrado, o infrator receberá apenas uma advertência por escrito. Em caso de reincidência, a multa é de R$ 250, valor que será dobrado a partir da terceira ocorrência.

domingo, 19 de abril de 2015

Agenor Neto irá lançar seu Gabinete Itinerante em Quixelô

“É fundamental estar perto do cidadão!” , foram com estas palavras que o deputado estadual, Agenor Neto (PMDB) anunciou que  irá instalar neste sábado (25) o projeto Gabinete Itinerante no município de Quixelô. O parlamentar pretende ouvir a população daquele município e saber quais as demandas daquela cidade.
“ Iremos sair da Assembleia Legislativa para ouvir as demandas do meu povo. Em Quixelô, entre outros assuntos, trataremos sobre os problemas daquela cidade que tenho um imenso carinho, foi lá que meu pai começou a sua trajetória na política e tive uma ótima votação na última eleição. Por isto iremos iniciar este projeto que simplesmente é o meu desejo de estar ao lado do povo e saber quais suas necessidades e através de recursos que possuímos, saber onde investir corretamente”, disse.

De acordo com o deputado  esta interação é importante não só para prestar contas de seu mandato na Assembléia, como também não se afastar de seus eleitores. “Quero estar com as pessoas, ouvir sugestões. Quero  que a população saiba que tem um representante na Casa do Povo Cearense, mas que está próximo, atuante e preocupado em resolver as questões da sua cidade”, finalizou.

Quanto pior, melhor para Lula

Os petistas mais próximos do ex-presidente Lula estão convencidos de que ele será candidato ao Planalto em 2018. A fragilidade do PT, pelos escândalos do mensalão e da Petrobras, e a falta de um candidato viável pesam. Um desses lulistas justifica: “Quanto pior o quadro eleitoral para o PT, maiores são as chances de Lula ser o nosso candidato".

Ilmar Franco