O deputado Sílvio Costa anunciou que pediu a sua desfiliação do PSC por causa do descontentamento com a indicação do partido pelos deputados Eduardo Bolsonaro e Marco Feliciano, ambos de São Paulo, para a comissão especial que vai analisar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo Costa, o partido está sendo conivente com um dos maiores ataques à democracia brasileira e Bolsonaro e Feliciano nutrem um ódio pela presidente Dilma.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Comissão do impeachment já tem mais de 60 nomes
Veja quais nomes já foram confirmados pelas lideranças e quantas vagas cada partido terá:
PT – Número de vagas: 8. Titulares: José Guimarães (CE), Sibá Machado (AC), Arlindo Chinaglia (SP), Henrique Fontana (RS), Wadih Damous (RJ), Vicente Cândido (SP), José Mentor (SP) e Paulo Teixeira (SP). Suplentes: Afonso Florence (BA), Benedita da Silva (RJ), Carlos Zaratini (SP), Léo de Brito (AC), Maria do Rosário (RS), Pepe Vargas (RS), Paulo Pimenta (RS) e Valmir Assunção (BA)
PMDB – Número de vagas: 8. Nomes confirmados: Leonardo Picciani (RJ), Hildo Rocha (MA), João Arruda (PR), José Priante Junior (PA) e Washington Reis (RJ)
PSDB – Número de vagas: 6. Nomes confirmados: Carlos Sampaio (SP) e Bruno Araújo (CE)
SD – Número de vagas: 2. Nomes confirmados: Arthur Maia (BA) e Paulo Pereira da Silva (SP)
PRB – Número de vagas: 2. Nomes confirmados: Jhonatan de Jesus (RR) e Vinicius Carvalho (SP)
PDT – Número de vagas: 2. Nomes confirmados: Afonso Motta (RS) e Dagoberto Nogueira Filho (MS). Suplentes: Flávia Morais (GO) e Roberto Góes (AP)
PPS – Número de vagas: 1. Nome confirmado: Alex Manente (SP)
PV – Número de vagas: 1. Titular: Sarney Filho (MA). Suplente: Evair Melo (ES)
Psol – Número de vagas: 1. Titular: Ivan Valente (SP). Suplente: Chico Alencar (RJ)
PMN – Número de vagas: 1. Nome confirmado: Antônio Jacome (RN)
PCdoB – Número de vagas: 1. Titular: Jandira Feghali (RJ). Suplente: Orlando Silva (SP)
PR – Número de vagas: 4 – Titulares: Aelton Freitas (MG), Maurício Quintella Lessa (AL), Márcio Alvino (SP), Lúcio Valle (PA); suplentes: Miguel Lombardi (SP), Altineu Côrtes (RJ), João Carlos Bacellar (BA), Wellington Roberto (PB)
PP – Número de vagas: 4
PSB – Número de vagas: 4. Confirmados: Fernando Coelho Filho (PE), Danilo Forte (CE) e Tadeu Alencar (PE)
PSD – Número de vagas: 4. Confirmados: Rogério Rosso (DF), Júlio César (PI) e Paulo Magalhães (BA)
PTB – Número de vagas: 3
DEM – Número de vagas: 2
PSC – Número de vagas: 2. Titulares: Eduardo Bolsonaro (SP) e Pastor Marco Feliciano (SP). Suplentes: Irmão Lázaro (BA) e Marcos Reategui (AP)
Pros – Número de vagas: 2
PHS – Número de vagas: 1
PTN – Número de vagas: 1
PEN – Número de vagas: 1
PTC – Número de vagas: 1
Rede – Número de vagas: 1
PTdoB – Número de vagas: 1
PMB – Número de vagas: 1
Com informações do Congresso em Foco e Agência Câmara
33 mortes por gripe suína no Irã
Pelo menos 33 pessoas morreram e 600 foram internadas por causa de um surto de gripe suína que atinge o Irã há três semanas. Em junho de 2009, a Organização Mundial da Saúde declarou uma epidemia do vírus H1N1 depois que um surto no México e Estados Unidos se expandiu para outras regiões. O alerta foi encerrado em agosto de 2010 após a doença deixar 18 mil mortos em 214 países.
Microcefalia na Bahia
Subiu de 112 para 150 o número de casos suspeitos de microcefalia na Bahia. Ao todo, seis bebês morreram no estado por causa da doença. Nesta semana, governadores e prefeitos devem discutir com o governo federal a epidemia. O ministério da Saúde confirmou mais de mil e duzentas notificações em todo o país.
Temer envia carta para Dilma e aponta desconfiança do governo contra ele
O vice-presidente Michel Temer enviou uma carta para a presidente Dilma Rousseff para desabafar sua insatisfação com o papel que tem exercido no Executivo desde que assumiu o cargo em 2011. Temer publicou em sua conta no twitter, mais tarde, que a carta não era para ser pública. Segundo a mensagem em sua página, o texto não propôs rompimento entre partidos ou com o Palácio do Planalto. No entanto a mensagem aponta a desconfiança que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.
Padilha deixa governo depois de conversa com Dilma e Jaques Wagner
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, deixou oficialmente o governo federal na tarde desta segunda-feira (7) após entregar o cargo no Palácio do Planalto. O peemedebista teve uma conversa, à tarde, com o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, e, na sequência, falou com a própria presidente Dilma Rousseff.
Padilha argumentou que o pedido de demissão não tem relação direta com o processo de impeachment. A carta de demissão foi datada em 1º de dezembro e protocolada no dia 3.
Eliseu Padilha chegou às 14h15 ao gabinete de Jaques Wagner e saiu pouco depois.
Veja a íntegra da carta de demissão do ministro da Aviação Civil:
Deputado Danilo Forte vai compor comissão que avaliará impeachment
O deputado cearense Danilo Forte (PSB) irá compor a Comissão Especial que vai analisar processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Além dele, outro cearense confirmado é o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT).
Na manhã desta segunda-feira, 7, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) anunciou o adiamento do prazo para que os partidos indiquem os nomes para a comissão. O horário passou de 14 horas para 18 horas de hoje.
O PSB terá direito a quatro vagas na comissão. Os demais integrantes ainda não foram divulgados. O presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, convocou para a quarta-feira, 9, em Brasília, reunião com a Executiva Nacional para definir a posição do partido sobre o processo de impeachment.
Apesar de ainda não terem entregue os nomes, muitos partidos já definiram suas escolhas. A maior expectativa está em torno do PMDB, que após um fim de semana de negociações, já definiu cinco das oito cadeiras que a sigla terá na comissão.
Confira lista de nomes cotados e/ou anunciados para a lista:
PMDB
Leonardo Picciani (RJ)
Hildo Rocha (MA)
João Arruda (PR)
José Priante Junior (PA)
Washington Reis (RJ)
PT
José Guimarães (CE)
Sibá Machado (AC)
Arlindo Chinaglia (SP)
Carlos Zarattini (SP)
PSDB
Carlos Sampaio (SP)
Bruno Araújo (PE)
PCdoB
Jandira Feghali (RJ)
SD
Arthur Maia (BA)
Paulinho da Força (SP)
PSD
Rogério Rosso (DF)
PSB
Danilo Forte (CE)
Redação O POVO Online
As verdadeiras razões do impeachment de Dilma Rousseff
O PT e seu líder máximo, Luiz Inácio Lula da Silva, estão fazendo de tudo
para reduzir o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff a uma
vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É velho o truque de
eleger um inimigo – com currículo carregado de suspeitas de corrupção – para
desviar a atenção do que realmente importa para o País. O que importa, no
entanto, é que Dilma deve ser julgada pela irresponsabilidade fiscal de seu
governo, perfeitamente exposta na petição à qual Cunha deu seguimento.
Em meio ao embate político que ora se desenrola, não se pode perder de vista
a essência desse grave momento. E a essência é que há carradas de evidências
contra Dilma, conforme se lê no pedido de impeachment subscrito pelos advogados
Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal.
Segundo lembra a petição, o Tribunal de Contas da União (TCU) demonstrou
que, entre 2011 e 2014, o governo realizou diversas operações de crédito
ilegais ao não repassar recursos a entidades do sistema financeiro controladas
pela União, obrigando-as a usar dinheiro próprio para bancar os programas
sociais e de estímulo ao investimento. Esses adiantamentos são uma forma de
empréstimo à União, o que é vedado pelo artigo 36 da Lei de Responsabilidade
Fiscal. O pedido de impeachment descreve de que maneira algumas dessas
“pedaladas fiscais” continuaram a acontecer em 2015.
A peça também aponta que decretos editados por Dilma em 2014 e 2015 para
abrir créditos suplementares sem autorização do Congresso contrariam o artigo
10 da Lei 1.079/50, segundo o qual são crimes de responsabilidade “infringir,
patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária” e “ordenar
ou autorizar a abertura de crédito em desacordo com os limites estabelecidos
pelo Senado Federal, sem fundamento na lei orçamentária ou na de crédito
adicional ou com inobservância de prescrição legal”.
Assim, conforme o pedido de impeachment, Dilma feriu o artigo 85 da
Constituição, segundo o qual é crime de responsabilidade atentar contra a lei
orçamentária e contra a probidade administrativa, e também violou a Lei de
Responsabilidade Fiscal e a Lei 1.079/50. Além disso, a petição informa que a
Lei 10.028/2000 faz do descumprimento de determinações legais por parte do
agente público mais do que uma infração administrativa: passa a constituir
delito, tanto na esfera política – que enseja o impeachment – como nas áreas
civil e criminal.
Diante disso, somente nos espíritos mais ingênuos ou condescendentes resta
alguma dúvida a respeito da má conduta da presidente Dilma. O processo político
ora deflagrado dará à petista ampla chance de se defender, embora a esta altura
pareça impossível que surja alguma boa justificativa para os crimes que ela
cometeu. Tanto é assim que o melhor argumento que a presidente apresentou até
agora foi afirmar que seus antecessores também “pedalaram” suas contas – uma
forma de dizer que, se todos cometeram um crime, então crime não é.
A estratégia de Dilma e de Lula, portanto, parece ser a de causar tumulto. A
título de rebater as denúncias “improcedentes” do pedido de impeachment, a
presidente disse que não tem conta no exterior, não ocultou bens nem coagiu
ninguém para satisfazer seus interesses – acusações que não constam da petição,
mas que têm sido feitas contra Eduardo Cunha. Ou seja: em vez de se defender do
que está sendo efetivamente acusada, Dilma luta para desviar o foco para seu
desafeto na Câmara. Na mesma linha foi Lula. Ele criticou “o comportamento de
algumas pessoas que pensam muito em si e não pensam neste país” – óbvia referência
ao presidente da Câmara – e chegou a dizer que o pedido de impeachment é uma
“proposta do Eduardo Cunha”. Não se trata de ato falho – é confusão deliberada.
Assim, está claro que para o esfrangalhado PT, para a acuada Dilma e,
principalmente, para o desmoralizado Lula, não restou alternativa senão tentar
jogar areia nos olhos dos brasileiros, apostando mais uma vez em sua notória
capacidade de iludir os incautos para se manter no poder.
Estadão
"Todos os focos de dengue estão dentro de residências em Iguatu", afirma coordenadora de combate a endemias
"Todos os focos de dengue estão dentro de residências em Iguatu", afirma coordenadora de combate a endemias. Leia aqui:http://zip.net/bssvSX
Posted by Iguatu.net on Segunda, 7 de dezembro de 2015
Inflação entre as famílias que vivem com até dois salários mínimos e meio acumula alta de 10,45%
A inflação entre as familías que vivem com até dois salários mínimos e meio acumula alta de 10,45% no ano, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. Em 12 meses, o indicador registra elevação de 11,22%. Nos dois casos, o nível ficou acima do teto da meta do governo, que é de 6,5%.
Veiculada pela editora Abril até o fim deste ano, a revista "Playboy" no Brasil passará a ser comercializada em março de 2016 pela PBB Entertainment, que inclui um grupo do Paraná que gerencia empresas no ramo de Recursos Humanos. Os três sócios responsáveis pela publicação são Marcos de Abreu, André Sanseverino e Edson Oliveira.
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