O partido é o principal aliado do PT nas eleições --o vice-presidente da República e novamente candidato na chapa de Dilma Rousseff é o presidente do PMDB, Michel Temer. "O PMDB tem o maior número de governadores, de deputados federais, a segunda bancada de deputados estaduais, o maior número de governadores no segundo turno. Indiscutivelmente, é o maior partido do Brasil. E já é chegada a hora de ter um projeto próprio de poder, de ter um candidato à Presidência da República em 2018", disse Calheiros nesta terça-feira (7).
“O mais grave nesse processo é a forma como as eleições são financiadas. É preciso repensar. Não tive êxito nas eleições, mas quero agradecer a todos os conterrâneos que confiaram em mim. Creio que no meu mandato consegui honrar os que estiveram conosco, defendendo as ideias que nos foram confiadas e isso me deixa muito honrado”, afirmou.
No entanto, segundo Pinheiro, é necessário haver fortalecimento dos partidos políticos. O parlamentar considera inaceitável que pessoas que não prestaram nenhum serviço ao Estado são eleitas de forma misteriosa.
As pesquisas eleitorais também foram criticadas por Pinheiro. O deputado citou o exemplo do candidato ao Senado, deputado Mauro Filho (Pros), que aparecia nas pesquisas com pouco mais de 20% das intenções e obteve 39,14% dos votos válidos. “É algo que preocupa porque isso pode mudar o rumo das eleições. É preciso ter cuidado. Se tivéssemos tido um conjunto de pesquisas que retratasse a realidade, o resultado poderia ser outro. Qual é o interesse desses institutos?”, indagou.
O deputado disse que é preciso criar mecanismo para fiscalizar o resultado das pesquisas. “Há situações como o caso da Bahia, que dava vitória ao candidato no primeiro turno e o resultado foi outro”, assinalou. De acordo com Professor Pinheiro, os institutos de pesquisa têm cometido erros seguidamente. “Isso merece uma fiscalização segura”, pontuou.







