domingo, 28 de setembro de 2014

ISTOÉ que liga Cid Gomes a acusações na Petrobras 'some' de livrarias em Fortaleza

Nota Fiscal de uma das vendas da revista -Foto: André Uzêda/Folhapress.  

A edição da revista ISTOÉ que liga o governador Cid Gomes ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa teve uma vendagem atípica em Fortaleza. 

De acordo com a Folha de S.Paulo, apenas três compradores esgotaram o estoque de duas das maiores livrarias da cidade, ao adquirirem quase 300 exemplares da revista cuja manchete era: "O governador e o delator".

Ao jornal, a assessoria de Cid Gomes afirmou que o governador não está envolvido na compra em bloco. 

Após a procura massiva, a editora Três, que publica a ISTOÉ, reforçou a distribuição em Fortaleza em 60%. 

Especialistas discutem razões da desmotivação do eleitor brasileiro

Nas últimas eleições presidenciais brasileiras, em 2010, a abstenção eleitoral cresceu pela primeira vez desde 1998. A taxa de 18,12% é inferior à média registrada nos últimos 16 anos (18,53%), mas quebrou a tendência de comparecimento eleitoral crescente que o Brasil vinha experimentando nas décadas anteriores. 
Para especialistas ouvidos pela agência Senado, porém, esse número não é motivo de preocupação. Segundo Manoel Leonardo Santos, professor de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), uma abstenção de até 20% não chega a ser sinal de problemas em uma democracia. “A política não interessa a todo mundo mesmo, não. Isso é natural. Mesmo em democracias altamente consolidadas a participação não é total”, minimiza ele.
Santos acredita que o país passa por um momento de afastamento dos cidadãos em relação à política, o que teria culminado nas manifestações de rua de junho de 2013. “Tivemos um evento incomum, onde um forte sentimento antipolítica foi repercutido. As pessoas reagem a isso. Acho que esse é um problema residual. A partir do momento em que o debate vá se aprofundando, as pessoas se envolvem mais”, acredita o professor.
De acordo com Acir Almeida, técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), essa tendência de distanciamento dos eleitores pôde ser registrada em diferentes países em tempos recentes. “O engajamento das pessoas tem aparentado declínio mesmo nas democracias mais consolidadas. É um padrão internacional, mas ainda não há explicação consolidada para isso“, observa.
 
Esfinge
Os motivos que levam o eleitor a não votar são tão desconhecidos para estudiosos da Ciência Política quanto os que o impulsionam às urnas. “As razões que movem o eleitor são uma esfinge. Por que as pessoas votam quando sabem que sua possibilidade de influenciar o resultado é ínfima? Votam por algum sentimento de pertença, ou porque acham importante a  democracia, e uns votam só porque é obrigatório”, avalia Santos. 
A obrigatoriedade do voto é, por razões óbvias, apontada como o principal motor da participação eleitoral no Brasil. Almeida, porém, não acredita que ela conte a história toda. Um fator de peso que ainda restringe a dimensão da participação eleitoral no Brasil, segundo Almeida, é o estabelecimento ainda recente de eleições regulares e abertas no país.
Almeida enumera uma série de fatores que se juntam para manter o eleitor em casa no domingo de eleição. “Características das regras eleitorais, educação, aspectos socioeconômicos... No Brasil, temos diferenças regionais muito grandes e é natural que haja taxas diferenciadas por causa dessas diferenças. Isso tirando as variáveis de natureza político-eleitoral”, lista ele. O POVO

Marina amanhã em Pernambuco; Renata no palanque

Marina Silva deverá estar amanhã em comício com Renata Campos e três filhos, na Região Metropolitana do Recife, destaca Ilimar Franco na sua coluna do Globo. O objetivo é ampliar a votação em Pernambuco, onde as pesquisas indicam que há empate com a presidente Dilma. E, também, consolidar a posição de favoritismo do candidato da Frente Popular ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara(PSB), que começa a disparar nas pesquisas na frente de seu concorrente, o petebista Armando Monteiro.
Renata vem se constituindo numa voz muito ouvida e decisiva dentro do partido, em nível nacional. Exemplo é sua participação no episódio da reunião que reconduziria Roberto Amaral à Presidência do PSB, decisão que vinha se constituindo no pavio de uma rebelião na legenda, principalmente do segmento pernambucano. Um intervenção da viúva de Eduardo Campos e a situação foi contornada

Cearense é eleita Miss Brasil 2014; modelo disputará Miss Universo em 2015

A modelo cearense Melissa Gurgel, de 20 anos, foi eleita na noite deste sábado (27) como Miss Brasil 2014. O concurso foi realizado no Centro de Convenções do Ceará. Melissa Gurgel representará o Brasil no Miss Universo 2014, que será realizado em Miami, nos Estados Unidos, no dia 18 de janeiro de 2015. A final do concurso brasileiro foi disputada pela Miss São Paulo, Fernanda Leme, que ficou em segundo lugar. Melissa foi coroada pela Miss Brasil 2013, Jakelyne Oliveira. A coroa é avaliada em R$ 14 mil. A Miss foi premiada com um vestido de gala e um carro de R$ 40 mil. Já a Miss Rio Grande do Norte, Deise Benício, ficou com o terceiro lugar e ganhou uma viagem. Ao site Ego, a modelo afirmou que não se acha uma mulher gostosa. “Sou um padrão de beleza simples, mas o carisma conta bastante", afirma. Ao todo, participaram 27 candidatas que representaram os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. A Miss Brasil 2007, Natália Guimarães, foi uma das juradas do concurso, composto de diversos convidados das áreas da moda, beleza e estética. As modelos se apresentaram com cinco trajes diferentes: típico, casual, biquíni, gala e maiô. A representante do Espírito Santo, Amanda Recla, homenageou Nossa Senhora da Penha e foi eleita na votação de melhor traje típico. As candidatas também responderam perguntas feitas pelos jurados, entre os temas falaram sobre a educação do país.


Polícia de Hong Kong usa bombas de gás em manifestação

Os confrontos entre a polícia e manifestantes pró-democracia em Hong Kong se intensificaram neste domingo (28). Por volta das 18 horas (horário local), policiais utilizaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que ocupavam áreas próximas aos prédios do governo. O movimento, denominado Occupy Central, começou como um protesto estudantil na sexta-feira à noite e cresceu rapidamente durante o final de semana. Os manifestantes exigem que Pequim revogue sua decisão de que os candidatos à liderança de Hong Kong sejam aprovados por um comitê. O grupo também pede uma reforma eleitoral. De acordo com algumas estimativas, cerca de 60 mil pessoas participaram dos protestos nas primeiras horas deste domingo e centenas de estudantes permanecem acampados nas ruas do centro financeiro da cidade. Desde sexta-feira, dezenas de manifestantes já foram presos. Fonte: Dow Jones Newswires.

Quem já foi pesquisado ou viajou em OVNI?

Com menos de 1% nas intenções de voto presidenciais, o médico e candidato presidencial Eduardo Jorge (PV) decidiu criticar abertamente a legitimidade das pesquisas eleitorais, registra Mel Bleil Galo, no blog Poder Online.
O verde publicou uma charge em sua página oficial do Facebook, na qual ironiza o alcance da participação em pesquisas eleitorais.
“É possível ter mais amigos que voaram em OVNI do que amigos que responderam pesquisa”, dizia o texto que, em minutos, obteve centenas de compartilhamentos.

DEM espera convite de Marina

A cúpula do DEM já decidiu sobre o segundo turno. A tendência é pró-Marina, mas não haverá apoio automático. “Ela vai ter que querer. Não vamos apoiar quem não nos quer”, resumiu um de seus líderes. O partido crê que essa posição será acompanhada pela bancada do agronegócio. A informação é de Ilimar Franco, na sua coluna do jornal O Globo.
''A exceção deve ser Ronaldo Caiado, líder para o Senado em Goiás, chamado por Marina de “inimigo histórico dos trabalhadores rurais e ambientalistas”, lembra o colunista. O presidente nacional do DEM é o senador Agripino Maia(RN)

Um de cada seis minutos é usado para ataque na TV

Um de cada seis minutos do horário eleitoral de TV dedicado às candidaturas presidenciais foi utilizado pelos candidatos até agora para atacar adversários. Quarenta e um dias após o início da exibição dos programas - os presidenciais vão ao ar terças, quintas e sábados -, Aécio Neves é quem mais dedicou espaço às críticas. Entre o primeiro programa no dia 19 de agosto e o que foi exibido na quinta-feira, dia 25, o tucano, que conta com 4min35s em cada bloco de 20 minutos, investiu 32% do seu tempo, ou 24min56s, com o que os especialistas chamam de "campanha negativa". Com 2min03s em cada bloco, a candidata do PSB, Marina Silva, utilizou 18% do seu tempo, ou 6 min16s, para criticar os adversários. Já Dilma Rousseff, que disputa a reeleição e conta com 11min24s diários em cada bloco, usou 10% do seu tempo, ou 19min23s, para atacar os adversários. O levantamento, que foi feito pelo Laboratório de Pesquisa em Eleições, Comunicação Política e Opinião Pública da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ) a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, mostra que o tucano dividiu seus ataques entre Dilma e Marina, mas a petista foi seu foco principal. Já Dilma e a candidata do PSB trocaram críticas e deixaram o presidenciável do PSDB em segundo plano. A campanha negativa detectada no levantamento leva em conta apenas os programas com blocos de 20 minutos - dois blocos por dia. Não inclui as inserções, por meio das quais boa parte dos ataques é feita. As informações são do jornal do Estado de S. Paulo.

Al Qaeda na Síria ameaça países da coligação de represálias em todo mundo

A frente Al Nosra, ramo sírio da Al Qaeda, ameaçou neste sábado (27) – com represálias “em todo o mundo” – os países da coligação liderada pelos Estados Unidos que fazem ataques aéreos aos jihadistas na Síria. “Esses Estados cometeram um ato horrível que vai colocá-los na lista dos alvos das forças jihadistas em todo o mundo”, advertiu o porta-voz da Al Nosra, Abu Firas al Suri, num vídeo divulgado na internet, classificando os ataques aéreos como uma “guerra contra o Islã”. Em agosto, os Estados Unidos começaram a bombardear alvos do grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque. Esta semana, a operação estendeu-se à Síria, bem como alvos do EI, com aviões de combate não só dos Estados Unidos, mas também do Bahrein, Jordânia, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O porta-voz da Frente Al Nosra citou esses países árabes, acusando-os de terem se alinhado “ao lado da opressão e dos infiéis” e que “isso terá consequências”. “Estamos envolvidos numa longa guerra. Essa guerra não acabará em meses, ou em um ano, ou em alguns anos, mas poderá durar décadas”, declarou Al Suri, acrescentando: “Temos capacidade para aguentar”. Informações da Agência Brasil

Dilma viaja menos que Marina e Aécio durante campanha

A presidente Dilma Rousseff é a candidata que menos viajou desde o início oficial da campanha eleitoral. O primeiro no ranking de cidades e estados visitados é Aécio Neves (PSDB), que, segundo as pesquisas, corre riscos de ficar fora do 2.º turno da disputa. Desde o dia 6 de julho, Dilma esteve em 11 estados e rodou por 36 cidades do País, sem contar Brasília, sede do governo federal. Já o candidato tucano ao Palácio do Planalto esteve presente em 56 cidades nos últimos três meses, 20 a mais do que as visitadas por Dilma. No número de Estados, Aécio também lidera: 21. A lista inclui até o Acre, que tem peso eleitoral ínfimo: apenas 470 mil votantes moram no estado. Por fim, Marina só começou a viajar como candidata na segunda quinzena de agosto, após a morte de Eduardo Campos. Ainda assim, ela supera Dilma no número de Estados visitados: 15. Informações do Estado de S. Paulo.

sábado, 27 de setembro de 2014

Aécio diz que vai acabar com metade dos ministérios e criar uma 'super' pasta

O candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, afirmou hoje que vai acabar "com metade dos ministérios que estão aí", e que governará o Brasil com um numero de pastas que não será superior a 22 ou 23. Ele também disse que vai extinguir a Secretaria da Pesca. "Vamos racionalizar a máquina pública. Vou criar o grande Ministério da Infraestrutura com um profissional altamente qualificado, que inspire confiança nos parceiros privados para que sejam agentes do desenvolvimento nacional", comentou. "Vou criar o Superministério da Agricultura, que vai se sentar na posição de igualdade com o Ministério da Fazenda em políticas de crédito, e da Infraestrutura, na definição dos investimentos mais essenciais" para ampliar a competitividade do país. Aécio afirmou ainda que, se eleito, pretende que as desonerações impactem as receitas de municípios. O candidato afirmou que, se eleito, terá uma relação de profundo respeito às instituições e à imprensa. "Enquanto estivermos atuando na política, a liberdade de imprensa será plena", destacou. O candidato do PSDB à presidência da República ressaltou que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, fez muitos investimentos no Estado com pouco ou "quase nula" colaboração financeira da União. "Não existe dinheiro federal, mas público, que precisa ser aplicado onde é necessário", ponderou. Comigo na presidência, Alckmin fará o maior governo da história de São Paulo", disse. Aécio concedeu neste sábado entrevista coletiva a jornais do interior de São Paulo.

Pesquisa IstoÉ/Sensus: Aécio e Marina aparecem em empate técnico. Resultado é bem diferente do Datafolha

No mesmo instante em que foi divulgada a pesquisa Datafolha que mostrou Dilma Rousseff com 40%, Marina Silva 27% e Aécio Neves 18% das intenções de voto, o Sensus apresentou uma pesquisa encomendada pela revista IstoÉ que mostra um resultado bem diferente: Marina e Aécio entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições tecnicamente empatados, quase no limite da margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.
No levantamento realizado entre o domingo 21 e a sexta-feira 26, a candidata do PSB tem 25% contra 20,7% do peessedebista. E o índice de rejeição a Marina subiu de 22,3% para 33%, ultrapassando o de Aécio, que subiu apenas de 31,5% para 31,9%.
Se Aécio e seus eleitores chegaram a se desesperar com o Datafolha, o Sensus veio não só dar um novo sopro de esperança, como também apontar o acerto da recente estratégia de campanha do PSDB. Como vive repetindo Aécio: “Eleição e mineração, só depois da apuração.”
Até lá, cada um brande a pesquisa que mais lhe agrada, é claro.
Sensus IstoÉ
Veja trecho da matéria da IstoÉ:
(…) Já a presidenta Dilma conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha. A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas.
A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro.
O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.
Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês.
“Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina e Aécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.
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A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%. A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes.
Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional.
O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora. No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.
As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno.
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