segunda-feira, 17 de março de 2014
Eduardo Campos volta a criticar Dilma Rousseff
Dilma diz que Brasil deixou de ser o país do futuro
Putin assina decreto que reconhece Crimeia como Estado independente da Ucrânia
MP questiona ‘ala de luxo’ que seria usada por mensaleiros presos
"Não vou ser candidato a mais nada", diz FHC
Condenado pelo mensalão é preso em operação da PF
sábado, 15 de março de 2014
Galvão e Rubinho publicam selfie e são zoados na internet
Senador diz que Dilma está sendo grosseira com Eunício Oliveira
Nós não vamos ter candidato a presidente da República, embora o [Michel] Temer venha demonstrando o controle no governo ao ajudar a Dilma a não implodir. Enquanto isso, o PT faz uma aliança conosco, mas não nos deixa governar ou participar. O PT quer esmagar, quer esvaziar o PMDB. Na reforma ministerial, por exemplo, as trocas dos mais importantes ministérios foram feitas sem nos avisarem. E mais: temos o líder do partido no Senado, Eunício Oliveira, candidato ao governo no Ceará com ampla maioria nas pesquisas, e a Dilma quer colocar como ministro tampão apenas para tirá-lo do páreo porque ela quer apoiar o Ciro Gomes e o irmão dele. Isso é grosseiro. É uma paulada que está sendo dada no PMDB. Mas o partido permite isso e não se impõe.
Frase do Senador gaúcho, Pedro Simon em entrevista a revista Veja
6 de abril: Cid sai do governo?
Faltam três semanas para uma das datas mais significativas do calendário eleitoral de 2014: prazo de desincompatibilização. No próximo dia 6 de abril, todos aqueles que ocupam cargos públicos no Executivo são obrigados a deixar o posto caso optem por disputar as eleições de outubro. Este ano, a data será reveladora das estratégias dos partidos e, principalmente, do governador Cid Gomes (Pros). Embora ele tenha sustentado que cumprirá o mandato até o fim, já se fala nos bastidores sobre a hipótese de ele ter de entrar na briga pelo Senado.
Um parlamentar ouvido pelo O POVO disse que “Cid não poderá se dar o luxo de não disputar a eleição. Seria a primeira vez em que um candidato a senador puxaria voto para o candidato a governador na chapa”, afirmou a fonte, ponderando que, até agora, não haveria nomes com musculatura política inconteste no núcleo de Cid, para o caso de rompimento com o senador Eunício Oliveira (PMDB).
Uma possível candidatura de Cid exigirá acordo com o deputado federal José Guimarães, seu principal aliado no PT e pré-candidato ao Senado. Mas interlocutores próximos do governador dizem que o chefe do Palácio da Abolição não tem falado sobre suas intenções e que as decisões só serão fechadas aos 45 minutos do segundo tempo, à véspera da desincompatibilização.
“Ele tem dito que fica no governo, e quem disser qualquer coisa em relação a isso está equivocado. É uma decisão puramente dele. É a informação que se tem dele”, disse o vice-governador Domingos Filho (Pros), também interessado em se lançar candidato à sucessão.Domingos é outro que, a depender do acordo a ser firmado, também poderá ter de deixar o cargo no Executivo. A lei não impede que ele dispute o Governo ocupando a vice, mas determina que se afaste caso vá pleitear uma vaga no Legislativo. Em conversa com O POVO por telefone, ele pareceu não cogitar essa última hipótese.
Lula volta em 2018
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não descartou a possibilidade de disputar novamente a Presidência da República, em 2018. Segundo o ex-presidente, “em política não devemos dizer nunca”. Lula, no entanto, afastou a possibilidade de concorrer em outubro e afirmou que a candidata do PT nesta eleição é a presidente Dilma Rousseff.“Eu acho que já cumpri minha missão na Presidência. Em 2014, a nossa candidata é a presidenta Dilma”, afirmou Lula, em entrevista por e-mail ao jornal paranaense Gazeta do Povo. O ex-presidente disse que, nesta eleição, atuará como “militante”, para ajudar a reeleição de sua sucessora, e que “não existe” a possibilidade de disputar a eleição presidencial no lugar de Dilma.
"Dilma é o exemplo do fracasso do atual sistema político",diz Marina Silva
No seminário programático que o PSB, a Rede e o PPS realizaram na manhã deste sábado no Rio de Janeiro, a ex-senadora Marina Silva disse que “o governo Dilma é a denúncia mais contundente do fracasso do atual sistema político brasileiro” e que nem sempre consegue corresponder a seus próprios interesses, muito menos os do país.— Desde 2010 eu trabalho para o fim desse ciclo — afirmou Marina. — Esse processo chegou ao esgotamento. E o governo Dilma é a denúncia mais contundente desse modelo. É um governo não de programas, mas de elementos de força e favor. Não corresponde ao interesse de governo e de país. O governo tem que ser programático. É assim que se faz nas democracias modernas.
