Ao anunciar a realização do VII Congresso "Consad de Gestão Pública, por uma Gestão Sustentável", de 25 a 27 deste mês no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o secretário de Planejamento e Gestão do governo do Estado, Eduardo Diogo, avalia que, se por si só trata-se do maior evento de gestão pública da América Latina, o evento desperta mais atenção pelos dois conferencistas internacionais: Geoff Gallop, ex-governador do Estado da Austrália do Oeste e diretor da Escola de Governo da Universidade de Sidney; e Stephen Golsmith, ex-prefeito de Indianápolis, ex-vice-prefeito de Nova York e professor da Escola de Governo da Universidade de Harvard.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Câmara aprova 37 concessões de radiodifusão
Economia do Ceará desacelera
Coca-Cola terá de indenizar mulher que diz ter encontrado lagartixa em bebida
Presidente do Pros nega que Cid possa deixar partido
O Povo
Quadrilha ataca banco em Paramoti e explode caixa eletrônico
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2015 de seca
Lavras da Mangabeira exporta mel para a Europa e EUA
quarta-feira, 12 de março de 2014
Eduardo Cunha: ‘Vamos deixar governo sangrando mais uma semana, depois…’
Submetido a um Waterloo legislativo na noite de terça-feira (12), Dilma Rousseff decidiu promover um recuo tático de sua infantaria na Câmara dos Deputados. Dois ministros petistas –Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça)— rogaram ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que retirasse da pauta de votações desta quarta (13) o projeto do marco civil da internet. Fizeram isso porque o governo estava diante de uma nova derrota anunciada.Após consultar os líderes partidários, Henrique Alves informou aos ministros que o embate será transferido para a semana que vem.
Chegou-se a essa decisão porque o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), também decidiu recuar suas tropas, que o destacamento peemedebista e também a soldadesca do ‘blocão’. Porém, o propósito de Eduardo Cunha, o deputado que Dilma prometera “isolar”, é diferente das intenções de Mercadante e Cardozo.
Isso ficou muito claro num rápido diálogo que o líder do PMDB manteve na hora do almoço. Um parlamentar perguntou a Eduardo Cunha se a proposta do marco civil da internet seria votada na sessão desta quarta. E o desafeto de Dilma, sem meias palavras: “Não, não. Já tivemos as manchetes dos jornais de hoje. Vamos deixar o governo sangrando por mais uma semana. E na quarta-feira da semana que vem a gente ocupa as manchetes de novo.”Antes, Eduardo Cunha cuidou de providenciar as manchetes do jornais de amanhã.
Elas estão materializadas no noticiário online. Em aliança com a oposição, o PMDB e os governistas do blocão aprovaram requerimentos que levarão dez autoridades a se explicar em comissões da Câmara: nove ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster. (BLOG DO JOSIAS)




