segunda-feira, 17 de junho de 2013

Osmar Baquit defende-se das acusações do MP

Durante entrevista neste final de semana, na Rádio Meio Norte, o deputado Osmar Baquit (PSD) se defendeu das acusações do Ministério Público (MP).
Na semana passada, o MP encaminhou ao Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) denúncia contra o deputado. Conforme a ação, Baquit seria o responsável pelos ataques a emissoras de rádio e TV no município de Quixadá, ocorrido em março deste ano.
Baquit afirmou que as denúncias contra ele não eram de seu conhecimento, e que, até o momento, não recebeu qualquer notificação do Ministério Público. Ele disse estar “surpreso” com as acusações.
“Nunca irei envergonhar a população de Quixadá, vou provar que não devo nada, tenho amigo que cometeu crime, não sou responsável pelas atitudes dele”, salientou o parlamentar, acrescentando que, caso seja chamado para depor, estar à disposição, pois irá provar sua probidade.
Adversários
Aproveitando a oportunidade, Baquit disparou contra os adversários. Segundo ele, tem “um ficha-suja discursando contra mim”. O adversário é o suplente de deputado federal Ilário Marques (PT). Na ocasião, Baquit afirmou que o petista “não tem moral” para falar contra ele. ‘“Ele é um ficha-suja”, disse.

O parlamentar tecer, ainda, críticas aos sócios proprietários de duas emissoras locais, no município de Quixadá.O político foi além, “essas pessoas que possuem essas rádios, criticam todo mundo, foi assim contra o Dr. Mesquita quando era prefeito, contra o Ilário Marques, contra o Rômulo Carneiro e agora contra o atual prefeito João da Sapataria, inclusive, foram procurar o prefeito para garantir todos os eventos bancados pela prefeitura, mas o João disse não, e eles ficam criticando a todo momento, se tivessem ligados à prefeitura estavam bem caladinhos, mas não estão! Não tem moral pra criticar ninguém” disse o parlamentar. (com informação da Revista Central)

MPF cria site para combater a PEC 37

A Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria Geral da República (PGR) criou um site específico (hotsite) sobre a Proposta de Emenda à Constituição que dá exclusividade às polícias na investigação criminal, a PEC 37. O Especial PEC 37 tem o objetivo de esclarecer a sociedade sobre a posição institucional do Ministério Público Federal acerca da proposta, as consequências para o Estado brasileiro de uma eventual aprovação e sanar dúvidas sobre o tema.
Nesse espaço (veja aquihttp://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/especial-pec-37 ) , é possível entender o que é a PEC 37, quem é contra, quais são os riscos da aprovação, segundo o MPF.
O espaço apresenta perguntas e respostas sobre o tema, além das notas técnicas elaboradas por diversos órgãos contrários à proposta. Também estão acessíveis artigos relacionados ao assunto. (Blog do Fred)

'Foto da paz' de Dilma e Marin aumenta crise entre Governo e CBF

A foto tirada pelo fotógrafo da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Stuckert, com Dilma Rousseff e José Maria Marin sorridentes no Estádio Nacional, agravou a crise entre Governo Federal e CBF. O estafe da presidente considerou o retrato "forçado", enquanto o site da confederação diz que a foto "é significativa e fala por si".
A equipe de Dilma afirma que a presidente, vítima de tortura no regime militar, ficou extremamente constrangida ao assistir à partida ao lado do dirigente. Em sua época de deputado, o presidente do COL (Comitê Organizador Local) e da CBF elogiou Sérgio Fleury, considerado um dos principais torturadores do período da ditadura.
Tal constrangimento teria feito com que Dilma mantivesse a decisão de conservar a maior distância possível do cartola, encontrando-se com ele apenas quando for inevitável, como na abertura da Copa das Confederações, no último sábado, em Brasilia.
Por sua vez, funcionários da CBF comemoraram a foto e até as vaias direcionadas para Dilma antes do jogo. "O Marin fez dois gols. Foi pé quente assistindo à vitória da seleção e ouvindo as vaias para ela", disse à reportagem um dos integrantes do estafe do presidente, que pediu para não ser identificado.
O relato feito no Planalto sobre o encontro destoa do texto publicado neste domingo na página oficial da Confederação. Ele diz que os dois "conversaram bastante e, principalmente, comemoraram os três gols que deram a vitória da seleção brasileira sobre o Japão".
UOL Esporte acompanhou o jogo perto da tribuna de honra e viu os dois se cumprimentarem apenas no primeiro gol. No terceiro, Dilma fez um malabarismo para abraçar Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal, que estava entre ambos, sem incluir Marin na comemoração.
O relacionamento entre eles foi protocolar durante a maior parte do jogo. E Dilma preferiu se sentar no intervalo com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleise Hoffmann, enquanto Marin ficou em outra mesa.
Pouco depois do terceiro gol, a polêmica foto foi tirada. O fotógrafo estava atrás de Marin e Dilma que se viraram para trás e foram clicados.
Stuckert tem acompanhado Marin em praticamente todos os eventos. O fotógrafo, que já trabalhou para o presidente Lula, virou peça fundamental na campanha de Marin para mostrar que não está isolado politicamente.
Sempre atento, ele tira fotos quando algum figurão cumprimenta o presidente. Foi assim quando fotografou Marin e Ronaldo, na Arena Grêmio, durante o amistoso entre Brasil e França. O ex-jogador, que recentemente criticou a gestão de Marin, cumprimentou o presidente diante da lente de Stuckert, suficientemente ágil para registrar o momento. Com Dilma, ele não perdeu a oportunidade de novo.
No portfólio de Stuckert está uma foto de Marin com o tucano Fernando Henrique Cardoso no Maracanã. Mas nem sempre as investidas do presidente da CBF são bem sucedidas. Antes do amistoso contra a França, em Porto Alegre, ele participou de um almoço com Tarso Genro, governador do Rio Grande do Sul, que ao final do encontro descartou ser o intermediário de uma aproximação entre o dirigente e Dilma. UOL

Campus avançado da UFC será instalado em Russas

Além da Universidade Federal do Cariri, UFCA, sancionada no ultimo dia 5, através da Presidente Dilma Rousseff, o Ceará contará oficialmente com mais um campus, situado na região cearense do Vale do Jaguaribe, precisamente na cidade de Russas, onde já fincou sua placa de instalação onde se lê "Coordenadoria de Obras e Projetos Campus de Russas".  A previsão é de que no terreno de 50 hectares funcionarão cinco cursos de graduação: engenharia de software, engenharia de produção, ciências da computação, engenharia civil, engenharia mecânica, sendo que os dois últimos com previsão de início para o próximo ano.

Segundo o Professor Lindberg Gonçalves, responsável pelo projeto, o processo licitatório para a construção do Campus encontra-se em fase final, devendo a construção ter início no prazo de 30 dias. Ainda segundo ele, as providências estão sendo tomadas para a realização de concursos para servidores técnico-administrativos e professores, ainda no segundo semestre deste ano. Darão dinamicidade a essa estrutura 92 professores, 44 técnicos de nível superior, 66 de nível médio para atender cerca de 1650 alunos.

O projeto deve avançar no propósito de trazer uma estrutura de ensino e aprendizagem conectado com a modernidade e resguardando o que tradicionalmente representa o ensino superior: a formação especializada, o serviço à comunidade do entorno e a pesquisa de ponta. O projeto do Campus de Russas deve ser vocacionado para o homem local, mas afim de capacitar pessoas para atuar em todo o país. Também é o caminho de construir uma identidade própria que irá se somar aos Campi de Quixadá, Barbalha, Sobral, Crateús e do Cariri.


Governo Federal libera R$120 milhões para obras de abastecimento d'água no Ceará

A Funasa, o Ministério das Cidades e o Ministério da Integração destinaram recursos para o Governo do Estado, através da Cagece, no valor de R$ 120.531.784,09, como parte do PAC Estiagem. Os recursos serão aplicados em obras de adução, ampliação ou implantação de rede de abastecimento de água em vários municípios do Ceará. Os municípios beneficiados são Tauá, Caucaia, Russas, Juazeiro do Norte, Quixadá, Itapipoca, Aracati, Sobral, Hidrolândia, Campos Sales, Umirim, Tabuleiro do Norte, Quiterianópolis, Ibaretama, Pedra Branca, Morada Nova, Itaiçaba e Jaguaribara.

Somente pela Funasa, foram aprovados R$ 50.602.253,78. Pelo Ministério das Cidades, foram R$ 66.479.259,27 e, pelo Ministério da Integração, foram R$ 3.450.271,04.

Em sedes municipais, serão ampliados os sistemas de água de Tauá, de Russas, de Campos Sales, de Tabuleiro do Norte e de Quiterianópolis. Algumas obras serão de implantação como a das Estações de Tratamento de Água (ETA) de Quixadá e Itapipoca. Também serão implantados sistemas de água, em Ibaretama, nas localidades de Pedra e Cal e Trapiá; em Pedra Branca, na localidade de Sítio São José; em Tabuleiro do Norte, em Olho d’Água; em Russas, Capim Grosso; em Itaiçaba, Logradouro; em Jaguaribara, Curupati e em Morada Nova, Boa Água. Além disso, será recuperada a adutora de água bruta de Hidrolândia.

Também serão ampliados sistemas de água de localidades em Caucaia, como Capuan; em Juazeiro do Norte, como Aeroporto, Triângulo e São José; em Aracati, as localidades de Córrego dos Rodrigues, Pontal, Majorlândia e Quixaba; em Sobral, Jaibaras; em Aracati, Canoa Quebrada; em Umirim, Caxitoré e Oiticica e em Morada Nova, Lagoa da Barbada e Poço Serra.


Lulistas e dilmistas duelam por 2014

Lula e Dilma em evento pelos 10 anos do PT em Curitiba na semana passada: fomentadores de desavença vão do movimento sindical ao meio empresarial
Um encontro recente reuniu sindicalistas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reclamavam do estilo da presidente Dilma Rousseff. Um deles sugeriu o retorno de Lula, que lhe respondeu com um palavrão. Foi quando Paulo Okamotto, braço-direito do petista, entrou na sala. Lula lhe disse: "Esses f... d... p... estão querendo que eu volte". Okamotto respondeu: "Não seria uma má ideia, presidente". Lula, então, revidou com outro palavrão: "Ah, vá.... você também".
A postura de cada um nesse episódio é um bom retrato de como anda o ambiente no PT sobre o movimento "Volta Lula". Há petistas que sonham; sindicalistas que pressionam; e o próprio, que diz que não quer. A dúvida é se sua rejeição suportaria o risco de entregar o projeto de poder petista a outro grupo político antecipadamente, se essa ameaça for mais latente em meados de 2014. Como essa resposta hoje inexiste, a especulação permanece e aumenta, alimentada por incertezas na economia e queixas na base aliada, PT inclusive.
Para falar sobre o assunto com petistas é preciso primeiro romper uma barreira similar à existente quando abordados sobre o mensalão. A diferença é que, neste caso, eles querem falar. A partir daí, há dois grupos. Os que querem evitar que o assunto vá adiante, por receio de contaminar o partido, depois a base aliada, virar movimento político e tornar a ideia irreversível. E os que querem que ocorra exatamente tudo isso aí.
Esses compõem a maioria dos que o Valor conversou nas últimas duas semanas e têm ou já tiveram postos de destaque. Declaram coisas do tipo: "com Dilma não dá mais", "é um governo muito só", "de pouco diálogo", "ela não tem vínculo com ninguém no PT", "ela só se sustenta na sua popularidade", "tem muita gente insatisfeita com o método e com o conteúdo", "que acha que o modelo econômico adotado passou a concentrar renda, pois retira da sociedade e concentra em poucos setores da economia" e "o que dá segurança a ela é o PT e Lula".
Apontam que a solidão de Dilma no PT é bem medida pela condição em que se encontram os homens-forte de sua campanha. Dois estão longe dela. José Eduardo Dutra exerce um cargo apagado na Petrobras e Antonio Palocci continua a ser o elo do mercado com Lula, a quem entrega os relatos constantes de insatisfação do setor produtivo e financeiro com o governo Dilma -quando o próprio Lula não ouve essas críticas diretamente. O que sobrou, José Eduardo Cardozo, é um ministro da Justiça que desempenha mais funções burocráticas do que políticas.
Os relatos, porém, dão conta de que não se trata de um movimento interno organizado ligado a alguma corrente ou a algum Estado, embora revelem que ele seja mais perceptível no meio sindical, em especial na Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ou ainda em movimentos sociais, como a União Nacional por Moradia Popular e o Movimento Sem Terra. Todos que aderem a esta tese só aguardam uma faísca, um sinal, ou uma declaração pública de alguém que a defenda para que ela se espalhe e ganhe força.
Há a sensação ainda de que esse debate reservado tem reflexos nas discussões das eleições internas da legenda em novembro ou na montagem dos palanques estaduais. Por exemplo, em São Paulo, Dilma tem preferência pela candidatura de seu ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Os lulistas preferem Alexandre Padilha, da Saúde.
Na Bahia, o Palácio do Planalto patrocina as conversas para ceder a vaga ao vice, Otto Alencar (PSD). O próprio Lula apostava no ex-presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli. Na disputa pelo diretório petista de Minas houve um racha. Os ex-ministros de Lula Luiz Dulci e Patrus Ananias apoiam Gleide Andrade, secretária estadual de finanças do PT-MG. Já o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, apoia o deputado federal Odair Cunha, vice-líder do governo no Congresso.
Por outro lado, os petistas que tentam conter o falatório em geral exercem ou já exerceram cargos de direção no partido e se preocupam com os efeitos negativos que dele podem decorrer.
"Uma coisa é muita gente achar que a Dilma tem que aprender com o Lula, outra é que trocar uma presidente bem avaliada por outro, é suicídio", "passaria a mensagem que ela não deu certo", "eles (Lula e Dilma) já decidiram isso", "não podemos permitir surgir qualquer fato que ajude a oposição", "é atirar para dentro do quartel" e "tem que ter cuidado para essas conversas de corredor não virarem clima político".
Esse grupo parte do princípio de que Lula já enterrou esse assunto e que retomá-lo, mais do que prejudicial, é contraproducente e sem resultado prático. Garantem que as eleições internas passarão longe deste tema e estarão muito mais centradas em discutir a relação do PT com o governo do que em substituir a presidente da condição de candidata à reeleição. "Será o momento e o espaço de expressar, de discutir a relação do partido com o governo. Hoje o diálogo está muito ruim, o partido não consegue expressar o conjunto de sua diversidade", disse um petista que acompanha de perto o chamado Processo de Eleições Diretas (PED).
Por ora, é ineficaz a aposta em uma divisão do PT entre os que preferem Lula e os que preferem Dilma em 2014. O partido se protege quando ameaçado, ainda que sob a aparência de uma forte união. Basta ver as votações recentes da bancada do PT na Câmara dos Deputados. Muitas delas com 100% de adesão, em um momento em que a relação com o PMDB, o maior aliado, se deteriora. No entanto, uma conversa com qualquer petista é suficiente para ver que o ambiente interno é cercado de dúvidas.

'É a voz do povo', diz Cafu sobre vaia a Dilma na abertura

O técnico Luiz Felipe Scolari não quis nem sequer tocar no assunto depois da estreia do Brasil, no sábado, contra o Japão, em Brasília. Mas seu capitão na conquista do penta, em 2002, falou abertamente sobre as vaias à presidente Dilma Rousseff no Estádio Nacional Mané Garrincha, na abertura da Copa das Confederações. Hoje, o ex-lateral é integrante do Comitê Técnico da Fifa, e participa do torneio como observador. Na manhã deste domingo, na sala de imprensa do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, Cafu reconheceu a repercussão negativa do episódio mas em nenhum momento se prestou a defender a presidente. "Foi uma situação desagradável, uma situação ruim, não pegou muito bem. Mas é a voz do povo brasileiro", afirmou o ex-atleta da seleção brasileira. "Ela é a presidente, é a autoridade máxima do nosso país, e sem dúvida alguma impõe respeito. Mas não é possível para conter a todos em meio ao povo." Veja

Abertura da Olimpíada no Brasil custará U$S 100 milhões

O Brasil terá uma abertura de Olimpíada, em 2016, com estrutura de primeiro mundo. Só o espetáculo que dará início ao maior evento poliesportivo do mundo foi orçado pelo Comitê Organizador dos Jogos por U$S 100 milhões.
Para chegar a esse valor, a Rio 2016 ouviu 60 intelectuais e artistas para cravar o tema do evento de abertura. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, de Veja, definiu-se que o show terá o Brasil moderno como mote principal.
Até o final do ano a presidente Dilma Rousseff (PT) deverá aprovar o relatório com todos esses gastos. Após o sinal verde da presidente, o próximo passo será escolher o artista que criará a concepção artística do espetáculo.

Cléber Machado pergunta ibope de rival no ar !

O narrador Cléber Machado fez sua primeira transmissão da Copa das Confederações pela Globo na noite deste domingo, quando a Espanha venceu o Uruguai por 2 a 1, na Arena Pernambuco. Nos minutos finais do primeiro tempo, o jogo era bom e a Espanha já tinha construído uma boa vantagem. Foi quando Cléber acabou sendo traído pelo vazamento do áudio de um dos microfones da transmissão. Primeiro, o narrador perguntou se "o canal do esporte" estava transmitindo o jogo, aparente referência à Band, a outra emissora de canal aberto que transmite as partidas do torneio. "Você sabe como está a audiência?", questionou ele logo em seguida, sem saber que o áudio estava aberto para o telespectador. Além da Globo e da Band, o SporTV também exibia a partida, mas em sinal fechado, só para os assinantes. Veja o vídeo:

 

MEC divulga lista de aprovados em 1ª chamada no Sisu

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta segunda-feira a relação dos candidatos aprovados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece 39.724 vagas em 54 instituições públicas de ensino superior para o segundo semestre de 2013. 
O resultado está disponível no site do programa (http://sisu.mec.gov.br). Para ter acesso à lista de aprovados, o candidato deve informar a instituição escolhida, local de oferta, nome e turno do curso pretendido.
O último balanço da pasta, divulgado às 18h de sexta-feira, contabilizou a inscrição de 738.439 candidatos. O número ainda é parcial, mas já representa 15% a mais do que o registrado no segundo semestre de 2012, quando 642.878 estudantes participaram do processo. O balanço final de inscrições será divulgado nesta segunda-feira. 
Os convocados em primeira chamada deverão fazer a matrícula nos dias 21, 24 e 25 de junho. É importante lembrar que os aprovados na primeira opção de curso serão automaticamente retirados do sistema. Assim, caso não façam a matrícula na instituição para a qual foram chamados, perderão o direito à vaga. 

O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 1º de julho. Veja

Dilma não se intimida com vaias e promete estar na final

A vaia recebida no Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), no último sábado, na abertura da Copa das Confederações, não afastará a presidente Dilma Rousseff da final da Copa das Confederações, no Maracanã, no dia 30 de junho. A assessoria do Palácio do Planalto confirmou ontem que ela estará no Rio para acompanhar a decisão.

Aliados e integrantes do governo avaliam que Dilma não deveria aceitar eventual convite para discurso ou até mesmo pedir para não aparecer no telão do Maracanã para evitar novas vaias na final da Copa das Confederações.

Opinião: e eles saíram do Facebook

O que distingue a época em que eu corria dos PMs montados a cavalo nas ruas centrais do Recife, desta quando escrevo sobre os jovens vítimas da violência da PM de São Paulo, é que há 45 anos vivíamos sob o tacão da ditadura militar inaugurada em  março de 1964 e só concluída formalmente em março de 1985. De resto, agora como antes, o que os jovens tentam fazer é somente política. E nada mais.
Aqueles obrigados a conviver com a ditadura eram chamados pelas autoridades de subversivos, comunistas e, mais tarde, terroristas. Assim também eram apresentados pela imprensa em geral.
Enfrentavam a repressão com paus e pedras e derrubavam cavalarianos com bolas de gude.

(Ilustração extraída do Facebook Sou Designer)

Até dezembro de 1968 apenas apanhavam e eram presos por pouco tempo. Dali para frente passaram a ser torturados e mortos. 
Muitos eram "filhos órfãos de pais vivos - quem sabe... Mortos, talvez... Órfãos do talvez e do quem sabe".
Ou de "viúvas de maridos vivos, talvez; ou mortos, quem sabe? Viúvas do quem sabe e do talvez", como denunciou o cearense Alencar Furtado, líder do PMDB na Câmara dos Deputados, em discurso que lhe custou o mandato cassado em junho de 1977 pelo presidente-general Ernesto Geisel.
Um objetivo unificava as diversas tendências e organizações que atraíam os jovens: a luta pela liberdade.
Quando a ditadura tirou a máscara e exibiu sua carranca medonha, os jovens se dividiram entre duas formas de combatê-la: pela via legal do prudente exercício cotidiano da política e pela via armada.
Quando a ditadura chegou ao fim, os que ainda eram jovens foram terminar seus estudos e cuidar da vida.
O ambiente estudantil, as entidades juvenis que restaram e os partidos que passaram a atuar livremente depois da redemocratização do país foram incapazes de seduzir as gerações que sucederam àquelas sacrificadas ou brutalizadas pela ditadura de 64.
Quem se encarregou de fazê-lo foi a sociedade de consumo com todas as suas formidáveis invenções. Os jovens só se animaram a sair às ruas para ajudar a derrubar Collor e a eleger Lula. Desanimaram ao vê-los mais adiante de mãos dadas como bons aliados.
As redes sociais começaram a funcionar como seu ponto de encontro e sua tribuna.
Manifesto eletrônico tomou o lugar dos antigos abaixo-assinados. Nunca se produziu tanto manifesto como nos últimos 10 anos. Basta colar ali o nome previamente digitado e sair para a balada.
Ainda é assim. Talvez ainda seja assim por muito tempo. Talvez esteja deixando de ser assim. É cedo para saber. E, no entanto...
No período de apenas uma semana, alguns milhares de jovens marcharam pelas ruas de uma dezena de cidades protestando contra o aumento das passagens de ônibus, os milionários gastos públicos com a Copa do Mundo, e o Estatuto do Nascituro.
Foram recepcionados com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta, balas de borracha e policiais furiosos capazes de baixar o cacete em quem apenas a tudo assistia assustado.
O epicentro dos protestos foi a capital de São Paulo. Ali, e em mais três ou quatro capitais, esta noite promete novos confrontos entre o novo e o velho, o aprendiz e o sabe tudo, o insatisfeito e o conformado.
Pouco importa que os jovens disparem suas exigências em todas as direções sem  priorizar nenhuma, que careçam de líderes amadurecidos, e que acolham em seu meio uma minoria de baderneiros e de vândalos.
Desde quando foi diferente no passado?
Somente a experiência ensina. E não há porque imaginar que os jovens de hoje não aprenderão.
Por mais legítimo que seja, o poder existe para ser contestado. Se não for pode virar tirania.
A natureza do poder é conservadora.
A natureza da rebeldia é destrutiva.
O progresso social e humanístico é filho legítimo do eterno confronto entre a rebeldia e o poder.
Que assim seja!
 Blog do Noblat