segunda-feira, 10 de junho de 2013

Aécio Neves procura Eunício Oliveira e propõe união com Tasso

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, procurou o senador Eunício Oliveira com uma proposta concreta: se o PMDB não fechar aliança com Cid Gomes, o PSDB quer propor uma aliança onde Eunício seja o candidato ao Governo do Ceará e Tasso dispute o Senado.

Essa dobradinha não imporia apoio a nenhum candidato presidencial.

Eunício estaria livre para votar em Dilma e Tasso em Aécio.

A conversa ocorreu na semana passada, em Brasília.

Eunício ouviu. Não se manifestou.

Tasso está ciente dos movimentos de Aécio para firmar esse acordo eleitoral entre PMDB e PSDB.

Da coluna "... E Tem Mais!" do jornal Aqui Ce.

CBF fecha novo patrocínio para a seleção

Depois de GOL e Unimed, a CBF acertou, nesta segunda-feira, contrato com a Sadia, marca que pertence ao grupo BRF, para patrocinar a Seleção Brasileira e as categorias de base até 2022.

A nova parceira estará vinculada aos materiais de divulgação do time brasileiro a partir de sábado, data da estreia do Brasil na Copa das Confederações, em Brasília.

As partes não divulgaram o valor do acordo fechado, alegando questões contratuais. "Estamos muito felizes com essa parceria com a CBF, entidade que carrega o nome do Brasil mundo afora. A marca Sadia, pela sua liderança aqui e em diversos mercados, foi escolhida para representar a BRF. Mas o futebol é muito grande e há possibilidade de ativarmos diversas de nossas marcas", comentou José Antonio Fay, presidente da companhia, em entrevista ao site da CBF. Band

Projeto da Lei Geral das Religiões pode avançar

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) deve votar na quarta-feira o projeto da Lei Geral das Religiões (PLC 160/2009). A proposta, de autoria do deputado George Hilton (PRB-MG), foi apresentada depois que o governo brasileiro assinou, em 2008, acordo com o Vaticano criando o Estatuto Jurídico da Igreja Católica.
O texto estabelece normas sobre ensino religioso, casamento, imunidade tributária, prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros temas. O projeto garante, da mesma forma que à Igreja Católica, direitos às demais religiões constituídas no país.
Em 23 de maio, a comissão promoveu audiência sobre o assunto e a proposta foi criticada por representantes de diversas entidades religiosas e do governo, que pediram a rejeição do texto.
No entanto, o relator, Eduardo Suplicy (PT-SP), deu parecer favorável à aprovação, com alterações para assegurar direitos constitucionais também às religiões não cristãs, independentemente da forma jurídica. Agência Senado

Luizianne Lins defende rompimento com Cid Gomes e lança candidatura petista

A presidente regional do PT, Luizianne Lins, acompanhou neste final de semana as caravanas do partido nos municípios de Morrinhos, Acaraú e Cruz.

Durante o evento, Luizianne aproveitou para defender o rompimento da legenda com o governo Cid e o lançamento da candidatura própria petista para governador.

Mas, a tese não tem maioria dentro do PT.

da coluna "... E Tem Mais!" do jornal Aqui Ce.

Dilma Rousseff na Arena Castelão

E a presidente Dilma Rousseff será convida pela FIFA e Governador Cid Gomes, para estar presente na Arena Castelão para o jogo Brasil x México no próximo dia 19 de junho. Com certeza a convida marcará presença na capital cearense.  


Estado de saúde de Mandela continua "grave, mas estável"

O ex-presidente sul-africano e herói da luta contra o apartheid Nelson Mandela permanece no hospital pelo terceiro dia seguido, nesta segunda-feira (10), por causa de uma infecção pulmonar. Seu estado de saúde continua "grave, mas estável", inalterado desde sábado (8), quando foi internado, informou o governo.
Em um comunicado de duas frases, o presidente Jacob Zuma repetiu o apelo para que o país reze pela saúde de Mandela, de 94 anos, que se tornou o primeiro líder negro da maior economia da África após eleições históricas em 1994.
Essa é a quarta internação de Mandela desde dezembro, e o uso da palavra "sério" para descrever seu estado intensificou preocupações sobre a saúde de um homem reverenciado em todo o mundo como um símbolo da perseverança e da reconciliação.
No entanto, há uma crescente percepção entre os 53 milhões de sul-africanos que um dia terão de dizer adeus a "Madiba", o nome do clã pelo qual Mandela é carinhosamente conhecido.
No domingo (9), o jornal Sunday Times adotou um tom filosófico, com a manchete de primeira página: "É hora de deixá-lo ir." R7

Até abril, governo utilizou 17% do valor autorizado no Orçamento da União

O governo federal utilizou, até o mês de abril, R$ 22,9 bilhões ou 17,6% do total de R$ 130,4 bilhões autorizados no Orçamento da União para 2013, segundo dados do Relatório do Tesouro Nacional. O montante foi maior que o despendido no mesmo período do ano passado, de R$ 21,1 bilhões, apesar de menor proporcionalmente, já que o valor de 2012 representa 22,58% dos R$ 93,4 bilhões autorizados. Na comparação com o ano passado, o Ministério dos Transportes, carro-chefe das obras de infraestrutura, teve redução no aporte, de 13,28% para 12,85%. Na Integração Nacional, os investimentos recuaram de 14,03% para 9,69% do valor aprovado pelo Congresso e, no Ministério das Cidades, o valor pago caiu de 49,17% para 29,53% do autorizado. Em nota, o Ministério do Planejamento ressaltou que, em termos nominais, o valor empenhado cresceu 10% de janeiro a abril — de R$ 11,6 bilhões para R$ 12,8 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2012. O órgão observou que, apesar da demora na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), que ocorreu só em abril, não houve “prejuízos à execução, liquidação e pagamento de investimentos plurianuais em andamento”. Informações de O Globo.

Três em cada cinco brasileiros souberam de boatos sobre Bolsa Família

A pesquisa Datafolha feita entre quinta e sexta-feira da semana passada mostra que três em cada cinco brasileiros tiveram conhecimento dos recentes boatos sobre mudanças no programa Bolsa Família.
Segundo o levantamento, 59% responderam que souberam do episódio. O percentual sobe para 67% na região Nordeste. Dos entrevistados, 26% disseram receber o Bolsa Família ou ter alguém em casa beneficiário do programa do governo.
Há três semanas, boatos sobre um possível fim do Bolsa Família causaram confusão em várias cidades brasileiras. Muitos correram para agências da Caixa Econômica Federal para tentar sacar o dinheiro às pressas. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o episódio.

Rússia proibirá adoção de crianças por casais homossexuais

O Parlamento russo iniciou nesta segunda-feira (10) os trâmites para implantação de uma lei que proíbe a adoção de crianças por casais homossexuais no país. Na quinta-feira (13), reunião dos comitês de família e assuntos internacionais também tratará do tema, com a presença de ativistas franceses contrários à legalização do casamento gay. Na semana passada, na cúpula Rússia-União Europeia, o presidente russo, Vladimir Putin, adiantou que promulgará a proibição da adoção, apesar de negar que haja no país "discriminação" das minorias sexuais. "Estou farto desses casais homossexuais. É preciso mostrar menos agressividade e não aumentar o problema. Assim será melhor para todos. Acho que nossa legislação é muito liberal nesse sentido", declarou. De acordo com o presidente da Câmara, Sergei Narishkin, as medidas para apresentação do projeto devem ser tomadas na próxima semana. Informações da EFE.

Alckmin venceria até Lula na disputa pelo governo paulista

A um ano das convenções partidárias que definirão os candidatos ao governo paulista, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha no fim da semana passada.

O governador aparece com ampla vantagem em todos os cenários analisados pelo instituto, até mesmo quando seu oponente é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Governador alcança 52% de aprovação
Vera Magalhães: onda de violência pode explicar pior desempenho na capital do Estado
Embora sua candidatura seja improvável, Lula é o adversário que teria melhor desempenho contra o tucano. O petista obtém 26% das intenções de voto e Alckmin, 42%.

A entrada do ex-presidente na disputa estadual foi sugerida em novembro do ano passado pelo marqueteiro do PT, João Santana, em entrevista à Folha, mas Lula nunca manifestou interesse em se candidatar.

Santana disse considerar Lula o nome ideal para unir os partidos que compõem a base da presidente Dilma Rousseff na tentativa de apear o PSDB do poder em São Paulo, onde os tucanos mandam há quase 20 anos.

Alckmin, que planeja se candidatar à reeleição, está em seu terceiro mandato como governador do Estado. Seu governo tem hoje 52% de aprovação, segundo o Datafolha, mas sua popularidade é menor hoje do que era no fim dos mandatos anteriores.

O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf (PMDB), aparece em segundo lugar nos cenários pesquisados, com percentuais que oscilam entre 13% e 16%.

Skaf apareceu várias vezes no horário nobre da televisão desde dezembro, em comerciais veiculados pela Fiesp para defender medidas tomadas pelo governo para reduzir o custo da energia elétrica e reformar os portos do país.

Com outros nomes do PT no páreo, Alckmin também desponta como favorito, oscilando de 50% a 52% das intenções de voto, o que seria suficiente para ele liquidar a disputa no primeiro turno.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que diz ter desistido da disputa, teria 11% das preferências e ficaria tecnicamente empatado com Skaf na segunda colocação.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, teria 5%, e o da Saúde, Alexandre Padilha, hoje o favorito para a indicação petista, somaria 3%.

O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD), que já expressou publicamente o interesse em se candidatar, obtém de 6% a 9% das menções.

O Datafolha entrevistou 1.642 eleitores em 43 municípios do Estado, na quinta e na sexta-feira da semana passada. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na sondagem espontânea, em que os eleitores manifestam suas preferências sem que o Datafolha apresente nomes de possíveis candidatos, Alckmin alcança 19% das citações. O ex-governador José Serra (PSDB), antecessor de Alckmin no cargo, é o segundo mais lembrado, com 4%.

Lula, Mercadante, a ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT), o ex-deputado federal Celso Russomano (PRB), o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) e Paulo Skaf aparecem, cada um, com 1% das citações. De acordo com o Datafolha, 63% dos entrevistados não souberam mencionar o nome de nenhum candidato na pesquisa espontânea. (FÁBIO ZAMBELI)

Personalidades globais pedem mais combate à corrupção e evasão fiscal

Promotores públicos, "caçadores de corruptos" e agora também bispos da Igreja Católica conclamam os líderes do G-8, reunindo as maiores economias desenvolvidas, a endurecer o combate à corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal, durante a cúpula que ocorrerá na semana que vem na Irlanda.
Um grupo de promotores de vários países enviou carta ao G-8 no fim de semana pedindo para adotarem medidas especialmente contra empresas de fachada, registradas em paraísos fiscais, que julgam serem usadas para esconder corrupção e lavagem de dinheiro.
O grupo fala de saques do Estado por políticos e funcionários inescrupulosos, e sugere que uma parte da solução é os governos coletarem informações e saberem precisamente quem está atrás de todas as companhias. Exorta o G-8 a enviar um sinal forte aos seus bancos que é inaceitável fazer negócios com políticos corruptos.
Entre os signatários estão Baltasar Garzon, jurista espanhol; Mark Pieth, chefe do Grupo da OCDE contra Suborno e apontado pela Fifa para investigar a corrupção no futebol; Manuel Garrido, ex-juiz anti-corrupção na Argentina, além do promotor público de São Paulo Sílvio Antônio Marques, que investigou dinheiro do ex-prefeito Paulo Maluf em bancos no estrangeiro.
Também bispos da Igreja Católica dos países do G-8 - EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Canadá, Japão e Rússia - pediram aos líderes do G-8 para atacarem decisivamente a evasão fiscal e declararem que "pagar sua parte dos impostos é uma obrigação moral".
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, colocou a liberalização comercial, evasão fiscal e transparência na agenda da cúpula do G-8, que se reúne na semana que vem na Irlanda. Recentemente, ele disse ser favorável à publicação dos nomes dos beneficiários finais dos donos de empresas registradas em paraísos fiscais.
A avaliação é de que isso ajudaria a combater políticos corruptos, sonegadores e bandos organizados que usam empresas de fachada para esconder suas identidades e lavar dinheiro roubado.
A questão, no entanto, é se os governos são capazes de realmente cumprir o que prometem publicamente. Organizações não governamentais reclamam que boa parte dos trilhões de dólares escondidos em paraísos offshore estão em território britânico ou debaixo de sua jurisdição direta. Valor Econômico

A peculiar geografia do PT e do PMDB

A pouco mais de um ano do início oficial da campanha eleitoral de 2014, a indefinição ainda assombra a aliança entre PT e PMDB em oito unidades da Federação. Em contrapartida, é provável que as duas legendas fechem um palanque comum em 10 estados, e já se desenha um ambiente de divisão em outros nove. As indefinições e os rachas, entretanto, representam, em alguns casos, somente disputas regionais e não impedem que, mesmo em palanques diferentes, as duas legendas trabalhem para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Já em outras localidades, as dúvidas giram em torno da decisão do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em sair candidato à Presidência ou não. Nesses casos, é essa definição que determinará se haverá nome próprio dos dois partidos ou unidade.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, a possibilidade de aliança entre as duas legendas é zero. O governador Tarso Genro (PT) tentará a reeleição e não conseguiu atrair o PMDB para o palanque. Ainda não há definição, mas podem ser candidatos o ex-ministro da Agricultura Mendes Ribeiro (PMDB) ou o ex-governador Germano Rigoto (PMDB). Como os prováveis outros candidatos são o deputado federal Vieira da Cunha (PDT) e a senadora Ana Amélia (PP), Dilma Rousseff poderá contar com até quatro palanques no estado considerado seu berço político.
No Maranhão, o cenário é de conflito interno no PMDB. Sabe-se que haverá aliança com o PT e que a legenda apoiará a reeleição de Dilma, mas não há candidato. O partido no estado é dominado pelo clã Sarney, e a atual governadora, Roseana Sarney (PMDB), não poderá tentar reeleição. Uma ala peemedebista defende apoio ao presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), que, apesar de também integrar o governo Dilma, faz oposição à família Sarney no estado.
Há outros casos em que o racha pode custar um palanque à presidente Dilma, como no Rio de Janeiro. Apesar de alguns peemedebistas ainda acreditarem na possibilidade de conversas em torno da candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), o senador Lindbergh Farias (PT) já declarou que não abre mão de ser candidato. Não havendo diálogo, o atual governador, Sérgio Cabral (PMDB), chegou a ensaiar uma aproximação ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que deve ser o principal rival de Dilma em 2014.
O fator PSB
As principais dúvidas, entretanto, estão relacionadas ao futuro político de Eduardo Campos. Enquanto o presidente do PSB não se decide se será candidato ao Planalto, alguns estados ficam incapacitados de articularem as alianças. No caso do Amapá, por exemplo, a vice-governadora, Dora Nascimento, é petista, e o governador, Camilo Capiberibe, é do PSB. Caso Eduardo Campos concorra à Presidência, ainda não se sabe como essa questão será equacionada. Por enquanto, Capiberibe defende abertamente que Campos adie a pretensão presidencial para 2018. Outro pessebista que defende a manutenção da aliança com Dilma é o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, que também veria as alianças que o elegeram quebradas para a reeleição.
Caso Campos insista com a candidatura, há locais em que PT e PMDB planejam construir um palanque mais sólido contra o governador de Pernambuco. Nessa linha, uma aliança que está cada vez mais consolidada está no Ceará. Com a impossibilidade da reeleição do governador Cid Gomes (PSB), ferrenho defensor de Dilma, as três legendas já começam a costurar um acordo para viabilizar o senador Eunício Oliveira (PMDB) como candidato.
Correio Braziliense