terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Prefeitura de Brejo Santo prorroga inscrição para 1.319 vagas


A Prefeitura de Brejo Santo (CE) prorrogou as inscrições do concurso público para 1.222 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. São 611 vagas imediatas e 708 para formação de cadastro de reserva. Os salários variam de R$ 311 a R$ 7.500.

Os cargos de nível superior são para assistente social, enfermeiro PSF, enfermeiro Caps, enfermeiro geral, farmacêutico bioquímico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico PSF, médico psiquiatra Caps, médico clínico geral Caps, médico veterinário, nutricionista, odontólogo PSF, odontólogo nas especialidades de dentística, ortodontia, endodontia, periodontia, cirurgia buco-dental, cirurgia buco-maxilo-facial, odontopediatria e paciente especiais, professor, psicólogo educação escolar e terapeuta ocupacional.

As vagas de nível médio são para agente administrativo, agente de trânsito, agente social, assistente de biblioteca, auxiliar de consultório dentário, técnico de enfermagem, auxiliar de secretaria, educador social, fiscal de serviços públicos, inspetor sanitário, assistente de informática (digitador) e secretário escolar.

Os postos de nível fundamental são para atendente médico, auxiliar administrativo, auxiliar de farmácia, auxiliar de laboratório, auxiliar de nutrição, auxiliar de serviços gerais, coveiro, motorista, eletricista, guarda municipal, pedreiro, porteiro, vigia e monitor de esportes.

A jornada de trabalho varia de 20 a 40 horas semanais.

As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de janeiro pelo site www.institutocidades.com.br. A taxa varia de R$ 40 a R$ 100.

Os candidatos também podem se inscrever presencialmente na sede da Câmara Municipal, localizada na Rua Manoel Leite Moura, 1.011, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

A prova objetiva será aplicada nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2013. Ainda haverá prova de títulos para os cargos de nível superior.

O concurso será validade por 2 anos e poderá ser prorrogado por igual período.

Dilma já falou com Temer que ele fica na vice em 2014

A presidente Dilma Rousseff já falou com Michel Temer e disse que ele fica na vice em 2014. O PMDB estava preocupado com a aproximação recente entre Dilma e o governador Eduardo Campos (PSB-PE). Setores do PT defendem que Campos seja o vice de Dilma como forma de impedir a candidatura presidencial do pernambucano já em 2014. O PMDB identificou essa movimentação e estava apreensivo com o movimento, até que Dilma tranquilizou o vice.

Blog do Camaro

Prefeito Roberto Cláudio se reúne nesta terça-feira com presidente Dilma


O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PSB), irá se reunir na tarde desta terça-feira, 22, com a presidente Dilma Rousseff (PT), no Palácio do Planalto. O encontro consta na agenda oficial da Presidência da República e está marcado para as 15h30min (16h30min no horário de Brasília). 

Segundo a assessoria de imprensa de RC, o convite partiu de Dilma e a pauta da reunião não foi divulgada.

O Povo

Dilma irá à TV para assegurar redução da conta de luz



A presidente Dilma Rousseff gravou um pronunciamento que será veiculado na quarta-feira (23) em cadeia nacional de rádio e televisão reiterando a determinação do governo em reduzir o preço da energia elétrica.

O pronunciamento é uma resposta da presidente às insinuações vindas de várias áreas de que a promessa de reduzir a conta de luz 16%, em média, para os consumidores residenciais e em 20% para a indústria não será cumprida pelo governo. O pronunciamento irá ao ar às 20h30.
Fonte: Agência Estado

Lula: Integração da América do Sul passa por “choque de inclusão”


O ex-presidente Lula afirmou que a integração da América do Sul passa por um choque de inclusão, e apontou a burocracia e a falta de conhecimento sobre o tema como dois dos principais entraves. Lula se encontrou ontem com 36 intelectuais da América do Sul para discutir caminhos progressistas para o desenvolvimento e integração do subcontinente. Participaram do encontro personagens com destaque não só no campo acadêmico, mas que também já passaram por experiências políticas em governos progressistas da América do Sul. Estiveram presentes ministros, senadores e deputados.
Luiz Dulci, ex-ministro e coordenador da Iniciativa América Latina dentro do Instituto Lula, mostrou-se animado para continuar esse debate, seguindo uma sugestão do ex-presidente, levando-o a um circuito de universidades em diversos países. Este foi o segundo de uma série de encontros que o Instituto Lula promove sobre o tema. Em agosto do ano passado, houve uma reunião com representantes de organizações sociais. O próximo acontece com empresários da região.
Diversas intervenções dos intelectuais coincidiram ao apontar a necessidade de uma ênfase na inovação, na técnica e na indústria com maior valor agregado. “Brasil e Argentina vendem juntos dois terços das proteínas do mundo, mas não agregam valor a esses bens”, disse o economista argentino Bernardo Kosacoff, ex-diretor da Cepal, lembrando que é necessário aproveitar o enorme mercado interno da região e “levantar nossa auto-estima”.
O senador uruguaio Alberto Curiel também enfatizou a necessidade de infraestrutura produtiva integrada e mais valor agregado aos produtos da região. “Temos vários desafios que eu não sei como resolver. É preciso falar com empresários, o Lula está fazendo isso, é preciso falar com trabalhadores, o Lula está fazendo isso, é preciso falar com movimentos sociais, e o Lula já fez isso…”
As questões da integração da estrutura produtiva e da necessidade de inovação e do investimento em indústria de maior valor agregado também foram levantadas por vários participantes do encontro. A professora Ingrid Sarti, presidente do Fórum Universitário do Mercosul (FoMerco), comemorou a contribuição que o Instituto Lula vem dar ao tema. “Como professora, faço parte desse trabalho árduo de pesquisa, que muitas vezes acaba engavetado. É muito importante que o Instituto Lula possa ser um motor dessa articulação e dar algum auxílio à formação de políticas públicas”.
O desejo de ver essa discussão virando prática não foi só da professora Ingrid. Marcio Pochmmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, disse que na América do Sul existem duas velocidades de integração, a das multinacionais e a dos governos. E apontou que os governos não seguem a mesma velocidade das multinacionais, que tem sido muito maior. Pablo Gentilli, secretário-executivo do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (Clacso), pediu uma integração na educação, especialmente na pós-graduação e destacou a necessidade do compartilhamento em uma rede aberta de ensino, na internet, de todo conhecimento produzido sobre integração no continente.
As propostas dos participantes serão reunidas em um plano de trabalho conjunto que será compartilhado pelo Instituto Lula com os participantes.
(Instituto Lula)

Brasil Voluntário vai selecionar mais de 50 mil para a Copa das Confederações e a Copa de 2014



O governo lançou nesta terça-feira (22) o programa Brasil Voluntário, que tem o objetivo selecionar interessados em trabalhar na Copa das Confederações, neste ano, e na Copa do Mundo de 2014. As inscrições ficam abertas até o dia 16 de fevereiro e podem ser feitas no Portal da Copa. Na fase inicial de preparação e treinamento dos voluntários serão investidos R$ 30 milhões.
Inicialmente, serão selecionadas 7 mil pessoas para atuar nas seis cidades sede da Copa das Confederações, neste ano. Mais 4,9 mil voluntários vão participar das cerimônias de abertura e encerramento em Brasília e no Rio de Janeiro. Depois, serão selecionados mais 50 mil voluntários para trabalhar na Copa do Mundo em 2014.
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou que o governo tem uma meta de conseguir a participação de 1 milhão de voluntários na Copa do Mundo, que serão selecionados nos demais países latino-americanos e nos países de língua portuguesa, entre estudantes de instituições de ensino público como universidades, escolas e funcionários de empresas públicas e privadas.
Essas pessoas estariam fora do programa lançado hoje e trabalhariam nas 12 cidades sede do Copa de 2014. “O voluntariado é essencial para o sucesso desses eventos, tanto na parte operacional quanto nas ruas, “, disse o ministro.

Ag. Brasil

Cid chama procurador do caso Ivete de "garoto que deseja aparecer e fica criando caso"



O governador Cid Gomes (PSB) classificou, nesta terça-feira, 22, o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Gleydson Alexandre, de "garoto que deseja aparecer e fica criando caso". Ele é responsável pelo questionamento feito junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) em relação ao cachê de R$ 650 mil previsto para a cantora Ivete Sangalo, que realizou na última sexta-feira um show de inauguração do Hospital Regional da Zona Norte (HRN), em Sobral.

"O que é o (procurador-geral do) Ministério Público de Contas? É um garoto que deseja aparecer e fica assim criando caso. O MP é uma parte. Ele entrou com uma ação, o presidente do Tribunal indeferiu e aí, pra ganhar mídia, pra ficar aparecendo na imprensa, fica fazendo recurso", declarou o governador.

Cid se referia à decisão do MPC de recorrer do arquivamento do processo relativo ao cachê da cantora baiana, feito pelo presidente interino do TCE, Pedro Timbó. Ele se baseou em parecer da 7ª Inspetoria da Corte, que não detectou nenhuma irregularidade na contratação de Ivete. 

O Ministério Público, por sua vez, afirma que o valor do cachê poderia ser menor, levando em conta shows realizados pela artista no ano passado. Os pagamentos variaram entre R$ 400 mil e R$ 500 mil. 

Postura que irritou o governador Cid Gomes. "O que eu posso fazer se uma pessoa fica inventando coisa o tempo todo? O Ministério Público fica arguindo, fica levantando coisa segundo sua opinião pessoal. E a opinião dele vale tanto quanto a sua, a minha e a de qualquer cidadão", reagiu Cid, que participou nesta terça-feira de encontro com prefeitos cearenses.

O POVO

Escola de Saúde Pública participa de nova missão no Haiti


A Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE) está em uma nova missão no Haiti. A ESP-CE participa juntamente com o Ministério da Saúde do Projeto de Cooperação Técnica Tripartite entre Brasil - Cuba - Haiti lançado pelos três países em 2010 para criar um novo modelo de sistema de saúde haitiano que pudesse, com o tempo, se sustentar sozinho. A cooperação atua em três frentes: na construção, na reforma e na estruturação de unidades de saúde; na formação e qualificação de profissionais de saúde; e no apoio ao programa de imunização do Haiti.


A ESP-CE está representada pela enfermeira Maria Ivanília Tavares Timbó, da Diretoria de Educação Profissional em Saúde, e estará até o próximo dia 2 da missão ao Haiti. O objetivo da missão é trabalhar na organização, estruturação e implementação da Escola Pública de Educação Profissional em Saúde do Haiti e capacitar os profissionais que nela atuarão.


As Escolas Técnicas do SUS - ETSUS apoiam o projeto no eixo da formação de Agentes Comunitários de Saúde Polivalentes, Técnicos de Enfermagem (TE) , Oficiais Sanitários (OS) e a Capacitação de docentes, enviando profissionais da área de saúde para o Haiti com o objetivo de capacitar os profissionais de saúde para serem multiplicadores do processo de ensino aprendizagem.

A Escola de Saúde Publica do Ceará, através da Diretoria de Educação Profissional em Saúde – Dieps, vem colaborando ativamente das missões direcionadas para formação e qualificação de profissionais  da saúde. As enfermeiras Francisca Elizete Filizola Gondim e Maria Ivanília Tavares Timbó participaram de duas missões ao Haiti em novembro/2011 e maio/2012 com o objetivo de  colaborar na validação do currículo do Técnico de Enfermagem, na validação da proposta de formação pedagógica para docentes, capacitação das Enfermeiras multiplicadoras do processo de ensino aprendizagem da formação de Agentes Comunitários de Saúde Polivalentes e da implantação da Escola Pública de Educação Profissional em Saúde do Haiti.


Assessoria de Desenvolvimento Institucional da ESP-CE

Novo partido de Marina Silva deve ser lançado dia 16



A reunião que vai oficializar a criação de um partido para viabilizar a candidatura da ex-senadora Marina Silva à Presidência da República já tem data marcada: dia 16 de fevereiro, em Brasília. A informação foi dada na segunda-feira (21) pela própria Marina, em entrevista à Rádio Gaúcha, de Porto Alegre.
Nesta terça-feira (22), no entanto, ela se reúne com apoiadores em São Paulo para continuar a discussão sobre o assunto. No encontro, promovido pelo Movimento por uma Nova Política, devem ser apresentados os nomes mais votados em uma enquete virtual para batizar a nova legenda.
Fonte: Agência Estado

Projeto sugere incentivar inserção de dependentes químicos no mercado



O projeto de indicação 130/12  apresentado pela presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa, deputada Eliane Novais (PSB), sugere dar um incentivo fiscal às empresas que contratarem dependentes químicos em tratamento.

A parlamentar socialista propõe que o Estado dê abatimento na cobrança do ICMS a essas empresas. De acordo com ela, a proposta obedece ao que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad).

Eliane argumenta que a inserção no mercado de trabalho de usuários de drogas em tratamento é uma forma de “minimizar os preconceitos sofridos por pessoas nessa situação, além de contribuir de forma significativa para a diminuição do consumo de drogas”.

O projeto de indicação foi lido no expediente do dia 13 de dezembro de 2012 e teve parecer favorável da Procuradoria Jurídica da Casa. A matéria ainda precisa ser apreciada pelas comissões técnicas. Se for aprovada, irá para votação em plenário para nova apreciação, se favorável, segue para apreciação do Governo do Estado que poderá transformar a sugestão em projeto de lei e remeter à apreciação da Casa por meio de uma mensagem governamental.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Leia o discurso de Obama na íntegra


O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, fez nesta segunda-feira (21) um apelo pela união dos Estados Unidos, em seu discurso de posse para o segundo mandato.
Em discurso nas escadarias do Capitólio, o democrata reiterou o compromisso norte-americano com a liberdade e protegeu, em seu segundo governo, proteger os mais vulneráveis.


Leia abaixo a íntegra do discurso em português e em inglês, ou assista no vídeo acima:
"Vice-presidente (Joseph Robinette “Joe”) Biden, presidente do Supremo Tribunal, membros do Congresso dos Estados Unidos, distintos convidados e meus concidadãos:

Toda vez que nos reunimos para a posse de um presidente, damos o testemunho da força duradoura de nossa Constituição. Nós confirmarmos a promessa de nossa democracia. Nós recordamos que o que mantém esta nação unida não é a cor de nossa pele nem os dogmas de nossa fé nem as origens de nossos nomes. O que nos torna excepcionais – o que nos faz norte-americanos – é a nossa fidelidade a uma ideia, articulada em uma declaração proferida há mais de dois séculos:

'Nós consideramos estas verdades autoexplicativas: que todos os homens são iguais, que eles são dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis e que, entre estes direitos, estão a vida, a liberdade e a busca pela felicidade'.

Hoje nós damos prosseguimento a uma jornada sem fim para aproximar o significado dessas palavras à realidade de nosso tempo. Pois a história nos diz que, embora essas verdades possam ser autoexplicativas, elas nunca se realizam por si mesmas; que embora a liberdade seja um dom de Deus, ela deve ser garantida por Seu povo aqui na Terra. Os patriotas de 1776 não lutaram para substituir a tirania de um rei pelos privilégios de poucos nem pelo governo de uma multidão. Eles nos deram uma República, um governo do povo, pelo povo e para o povo, e confiaram que cada geração manteria o credo de nossa fundação em segurança.

E, por mais de 200 anos, nós temos mantido esse credo em segurança.

Por meio do sangue derramado pelo chicote e do sangue derramado pela espada, nós aprendemos que nenhuma união fundada sobre os princípios da liberdade e da igualdade poderia sobreviver na semiescravidão e na semiliberdade. Nós nos renovamos mais uma vez e prometemos avançar juntos.

Juntos, estabelecemos que uma economia moderna exige ferrovias e rodovias para acelerar as viagens e o comércio, além de escolas e faculdades para educar nossos trabalhadores.

Juntos, descobrimos que um mercado livre só prospera quando há regras para garantir a concorrência e o jogo limpo.

Juntos, decidimos que uma grande nação deve tomar conta dos mais vulneráveis e proteger seu povo dos piores riscos e infortúnios da vida.
E, durante tudo isso, nós nunca abandonamos nosso ceticismo em relação à autoridade central nem sucumbimos à ficção de que todos os males da sociedade podem ser curados apenas por meio do governo. Nossa celebração da iniciativa e do espírito empreendedor e nossa insistência no trabalho duro e na responsabilidade individual são constantes em nosso caráter.

Mas sempre compreendemos que, quando os tempos mudam, nós também precisamos mudar; que a fidelidade aos princípios de nossos fundadores exige novas respostas para novos desafios; que a preservação de nossas liberdades individuais requer, em última análise, uma ação coletiva. Pois o povo norte-americano não é capaz de atender às demandas do mundo atual agindo sozinho – assim como os soldados norte-americanos não teriam sido capazes de enfrentar as forças do fascismo ou do comunismo armados apenas com mosquetes e organizados em milícias. Uma única pessoa não é capaz de treinar todos os professores de matemática ou de ciências de que vamos precisar para preparar nossas crianças para o futuro nem construir as estradas e redes e os laboratórios de pesquisa que irão trazer novos postos de trabalho e negócios para dentro de nossas fronteiras. Agora, mais do que nunca, temos que fazer essas coisas juntos, como uma só nação e como um só povo. Esta geração de norte-americanos foi testada por crises que endureceram nossa determinação e colocaram à prova nossa capacidade de resistência. Uma década de guerra está terminando agora. A recuperação econômica já começou. As possibilidades que se apresentam para os Estados Unidos são ilimitadas, pois nós temos todas as qualidades que este mundo sem fronteiras exige: juventude e dinamismo, diversidade e abertura, uma capacidade infinita para assumir riscos e o dom da reinvenção. Meus compatriotas norte-americanos: nós fomos feitos para este momento, e vamos aproveitá-lo – desde que nós o aproveitemos juntos.
Pois nós, o povo, compreendemos que nosso país não pode ser bem-sucedido quando um número cada vez menor de pessoas vai muito bem e um contingente crescente de cidadãos mal consegue sobreviver.

Nós acreditamos que a prosperidade dos Estados Unidos deve repousar sobre os ombros largos de uma classe média em ascensão. Nós sabemos que os Estados Unidos prosperam quando cada pessoa é capaz de encontrar independência e orgulho em seu trabalho, quando os salários pagos pelo trabalho honesto libertem as famílias da beira da miséria.

Nós nos mostramos fiéis às nossas crenças quando uma menininha nascida na pobreza mais desalentadora sabe que tem as mesmas chances de ser bem-sucedida na vida quanto qualquer outra pessoa, pois ela é norte-americana, ela é livre e ela é igual aos outros – e não apenas diante dos olhos de Deus, mas também diante dos nossos olhos.

Nós compreendemos que programas antiquados são inadequados para as necessidades do nosso tempo. Portanto, temos que aproveitar novas ideias e novas tecnologias para refazer nosso governo, reformular nosso código fiscal, reformar nossas escolas e capacitar nossos cidadãos com as habilidades de que eles necessitam para trabalhar duro e aprender mais e, assim, ir mais além.

Mas, embora os meios mudem, nosso propósito se mantém o mesmo. Uma nação que recompensa o esforço e a determinação de cada norte-americano – isso é o que este momento exige. Isso é o que dará um sentido real às nossas crenças.

Nós, o povo, ainda acreditamos que todo cidadão merece o mínimo necessário em termos de segurança e dignidade. Nós temos que fazer as escolhas difíceis para reduzir os custos relacionados à assistência médica e à dimensão de nosso déficit.

Mas nós rejeitamos a crença de que os Estados Unidos têm que optar entre cuidar da geração que construiu este país ou investir na geração que irá construir nosso futuro.

Pois nós nos lembramos das lições de nosso passado, quando muitos passavam seus últimos anos na pobreza e quando os pais de crianças com deficiência não tinham a quem recorrer. Nós não acreditamos que, neste país, a liberdade esteja reservada para os mais sortudos nem que a felicidade se destine a alguns poucos. Nós reconhecemos que, independentemente do quão responsáveis sejamos ao vivermos nossas vidas, qualquer um de nós, a qualquer momento, pode enfrentar a perda do emprego ou uma doença repentina ou pode ter a casa arruinada por uma terrível tempestade. Os compromissos que assumimos uns com os outros por meio do Medicare e da Previdência Social não enfraquecem a nossa iniciativa.

Eles nos fortalecem.

Eles não nos transformam em uma nação de pessoas que aproveitam as oportunidades. Eles nos libertam para assumir os riscos que fazem deste um grande país.
Nós, o povo, ainda acreditamos que, como norte-americanos, nossas obrigações não são apenas com nós mesmos, mas também com a toda a posteridade. Nós responderemos à ameaça das mudanças climáticas, pois sabemos que, se não o fizermos, estaremos traindo nossos filhos e as gerações futuras.

Alguns ainda podem negar o irrefutável veredicto da ciência, mas ninguém pode evitar o impacto devastador dos incêndios intensos e das secas incapacitantes, além da incidência de tempestades mais fortes. O caminho para a adoção de fontes de energia sustentáveis será longo e, por vezes, difícil. Mas os norte-americanos não podem resistir a essa transição. Nós devemos liderá-la.

Não podemos ceder a outros países as tecnologias que alimentarão a criação de novos empregos e de novos setores da economia. Devemos reivindicar para nós mesmos a promessa que essas tecnologias representam. É assim que vamos manter a nossa vitalidade econômica e nosso tesouro nacional, nossas florestas e cursos de água, nossas terras agrícolas e nossos picos cobertos de neve. É assim que vamos preservar nosso planeta, que foi entregue aos nossos cuidados por Deus. Isso é o que vai dar sentido às crenças declaradas por nossos fundadores.

Nós, o povo, ainda acreditamos que a segurança permanente e a paz duradoura não necessitam de uma guerra perpétua.

Os nossos bravos homens e mulheres de uniforme que foram forjados pelas chamas da batalha são incomparáveis em habilidade e coragem.

Nossos cidadãos, marcados pela memória daqueles que perdemos, sabem muito bem o preço que é pago pela liberdade. O conhecimento de seu sacrifício vai nos manter para sempre vigilantes contra aqueles que poderiam nos fazer mal. Mas também somos herdeiros daqueles que estabeleceram a paz, e não apenas a guerra. Daqueles que transformaram inimigos jurados nos amigos mais ternos. E nós também temos que carregar essas lições para os tempos atuais. Vamos defender o nosso povo e os nossos valores por meio da força das armas e do Estado de direito.

Vamos demonstrar a coragem de tentar resolver pacificamente nossas diferenças com outras nações. Não porque somos ingênuos em relação aos perigos que enfrentamos, mas porque os compromissos são capazes de erradicar as suspeitas de maneira mais duradoura do que a desconfiança e o medo.

Os Estados Unidos continuarão a ser a âncora de fortes alianças em todos os cantos do mundo. E vamos renovar as instituições que ampliam a nossa capacidade de gerenciar crises no exterior. Pois ninguém tem uma participação maior em um mundo pacífico do que o país mais poderoso do planeta. Vamos apoiar a democracia – da Ásia à África, das Américas ao Oriente Médio – porque os nossos interesses e nossa consciência nos obrigam a agir em nome daqueles que anseiam por liberdade. E temos que ser uma fonte de esperança para os pobres, os doentes, os marginalizados, as vítimas de preconceito.

Não por mera caridade, mas porque a paz em nosso tempo exige o avanço constante desses princípios que nossas crenças comuns descrevem; tolerância e oportunidade, dignidade humana e justiça. Nós, o povo, declaramos hoje que a mais evidente verdade, a de que todos nós somos iguais, é a estrela que ainda nos guia, assim como guiou nossos antepassados através de Seneca Falls e Selma e Stonewall; assim como guiou todos os homens e mulheres, celebrados e não celebrados, que deixaram pegadas por esse longo caminho para ouvir um pregador dizer que não podemos andar sozinhos, para ouvir um rei proclamar que a nossa liberdade individual está intrinsecamente ligada à liberdade de cada alma da Terra.

Agora, é tarefa de nossa geração continuar o que aqueles pioneiros começaram, pois nossa jornada não estará completa até que nossas esposas, nossas mães e filhas puderem ganhar a vida de acordo com a medida justa de seus esforços.

Nossa jornada não estará completa até que os nossos irmãos e irmãs gays forem tratados como qualquer outra pessoa perante a lei, pois se realmente fomos criados como iguais, certamente o amor que atribuímos uns aos outros deve ser igual também.

Nossa jornada não estará completa até que nenhum cidadão seja obrigado a esperar durante horas para exercer seu direito de voto.

Nossa jornada não estará completa até que encontremos uma maneira melhor de acolher os esforçados e esperançosos imigrantes que ainda veem os estados Unidos como uma terra de oportunidades, até que jovens e brilhantes estudantes e engenheiros sejam incorporados em nossa força de trabalho, em vez de expulsos de nosso país.

Nossa jornada não estará completa até que todas as nossas crianças, das ruas de Detroit até as montanhas dos Apalaches e as pacatas alamedas de Newtown, saibam que elas são cuidadas e amadas e que estarão sempre seguras contra qualquer perigo.

Obama: Essa é a tarefa de nossa geração – transformar esses esforços, esses direitos, esses valores de vida e liberdade e a busca verdadeira pela felicidade em algo real para todos os norte-americanos.

Quando dizemos que somos fiéis aos escritos originais de nossos fundadores não estamos necessariamente obrigados a concordar sobre todos os aspectos da vida. Isso não significa que todos nós definimos a liberdade exatamente da mesma maneira, ou que seguimos o mesmo e idêntico caminho para a felicidade.

O progresso não nos obriga a resolver para sempre debates que se prolongam há um século a respeito do papel do governo, mas ele exige que nós tomemos uma decisão em nosso tempo.

Por agora, as decisões estão em nossas mãos e nós não podemos nos dar ao luxo de permitir atrasos. Nós não podemos confundir o absolutismo com um princípio nem substituir a política pelo espetáculo ou tratar xingamentos como debates bem fundamentados.

Temos que agir. Temos que agir sabendo que o nosso trabalho será imperfeito. Temos que agir sabendo que as vitórias de hoje serão apenas parciais, e que, portanto, ficará a cargo daqueles que estarão aqui em quatro anos, em 40 anos e em 400 anos fazer avançar o espírito atemporal outrora conferido a nós em um salão vago da Filadélfia.
Meus compatriotas norte-americanos, o juramento que fiz diante de vocês hoje, da mesma forma que os juramentos proferidos pelos outros que prestam serviços neste Capitólio [prédio do Congresso dos EUA], foi um juramento a Deus e ao país, e não a um partido ou facção.

E devemos cumprir fielmente essa promessa durante o nosso tempo de serviço. Mas as palavras que pronunciei hoje não são tão diferentes das palavras que constam do juramento feito sempre que um soldado se alista para o serviço ou que uma imigrante realiza seu sonho.

Meu juramento não foi tão diferente da promessa que todos nós fazemos diante da bandeira que tremula acima de nossas cabeças e que enche nossos corações de orgulho. Essas foram as palavras de cidadãos, e elas representam a nossa maior esperança. Você e eu, como cidadãos, temos o poder de definir o rumo deste país. Você e eu, como cidadãos, temos a obrigação de moldar os debates de nosso tempo, não apenas com nossos votos, mas com as vozes que levantamos em defesa dos nossos valores mais antigos e das nossas ideias mais duradouras.

Que agora cada um de nós abrace com dever solene e incrível alegria o que é nosso direito de nascença permanente. Com esforço e propósito comuns, com paixão e dedicação, vamos atender ao chamado da história e carregar pelo futuro incerto aquela luz preciosa da liberdade.

Obrigado.

Deus abençoe a todos.

E que Ele sempre abençoe estes Estados Unidos da América."

FIM
Tradução: Cláudia Gonçalves



Globo se preocupa com forma física de Ronaldo Fenômeno

Quem acompanhou o quadro "Medida Certa" com Ronaldo percebeu o quanto foi difícil para o ex-jogador entrar na linha e emagrecer 18 quilos. Agora, um mês após o fim do acompanhamento físico e nutricional, o excessos de fim de ano de Fenômeno começam a preocupar a Rede Globo.

De acordo com o blog da Fabíola Reipert, do "R7", o fato de o ex-jogador ter engordado durante sua estada em Punta del Este, no Uruguai, incomodou a emissora carioca, que o via como um exemplo a ser seguido. 

Ainda segundo a publicação, a Globo teria pedido para Ronaldo manter a linha por mais um tempinho, para que o regime não se torne um exemplo desastroso.