quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

BC faz "recall" de moedas de R$ 0,50


O Banco Central divulgou nesta quinta-feira as regras para troca de moedas de 0,50 centavos que apresentam a denominação cinco centavos. "Por falha de produção fabril na Casa da Moeda do Brasil, podem ter entrado em circulação moedas de 0,50 centavos que apresentam, no verso, a denominação 5 centavos", diz a instituição. "Em razão desse problema de fabricação, essas moedas não têm curso legal."
Segundo o BC, as instituições financeiras deverão efetuar a troca dessas moedas de imediato, quando solicitado por qualquer pessoa, por valor equivalente a 0,50 centavos por unidade. Os bancos devem encaminhá-las, posteriormente, ao Departamento do Meio Circulante do BC para fins de ressarcimento.
As demais características da moeda são iguais às de 0,50 centavos: coloração prateada, valor de cinco centavos, inscrição 2012 no reverso e figura do Barão do Rio Branco.
Segundo a Casa da Moeda, até 40 mil moedas podem apresentar o defeito, o que equivale a duas horas de produção de um único equipamento. O defeito foi descoberto depois que uma moeda de cinquenta centavos foi recebida como troco na cidade do Rio de Janeiro com o reverso estampado com a denominação de cinco centavos. Exame pericial concluiu tratar-se de defeito de fabricação.
(Com Estadao Conteúdo)

"Encontro com Fátima Bernardes" registra sua pior audiência desde a estreia



Nesta quinta-feira (20/12), o programa “Encontro com Fátima Bernardes”, da Rede Globo, registrou sua pior audiência desde que começou a ser exibido em 25 de junho de 2012, informou a coluna “Outro Canal”, da Folha de S.Paulo.

Segundo medição prévia do Ibope, a atração, que vinha se mantendo na casa dos seis pontos, marcou apenas três na manhã desta quinta. Entre os convidados do “Encontro”, estava o grupo Sambô, o cantor Netinho da Bahia e o ator Dudu Azevedo. Houve ainda uma pauta de moda sobre a evolução dos biquínis.

No horário, o SBT liderou, com cinco pontos de média, seguido pela Record, com quatro pontos. A Globo e a Band ficaram empatadas na terceira colocação, com três pontos de média. Cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande SP.

Portal Imprensa

Eleitor que faltou ao segundo turno das eleições deve justificar ausência até 27/12


O eleitor que não votou no segundo turno das eleições municipais deste ano, no dia 28 de outubro, tem até o próximo dia 27 de dezembro para se justificar. O eleitor faltoso deve apresentar, até 60 dias após cada turno da votação, a justificativa dirigida ao juiz da zona eleitoral onde é inscrito, pessoalmente, em qualquer cartório eleitoral. 

O requerimento deve ser encaminhado junto com a documentação que comprove a impossibilidade de comparecimento ao pleito, para exame pelo juiz eleitoral.

No segundo turno das deste ano, 31.725.967 eleitores estavam aptos a votar. Entretanto, pouco mais de 6 milhões se abstiveram de exercer o direito ao voto no dia 28 de outubro. No dia da votação, a Justiça eleitoral recebeu 712.169 justificativas de eleitores faltosos. O restante dos brasileiros que não compareceram às urnas – cerca de 5 milhões – devem justificar a ausência até a próxima quinta-feira (27/12).

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, se o eleitor deixou de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar sua ausência para cada turno, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos para cada um deles.

O eleitor pode justificar a ausência às eleições tantas vezes quantas forem necessárias, mas deve estar atento a eventual realização de recadastramento biométrico no município onde for inscrito, o que poderá levar ao cancelamento de seu título eleitoral. Se o requerimento for entregue com dados incorretos ou que não permitam a identificação do eleitor, não será considerado válido para justificar a ausência às urnas.

Opinião:As contas da conta de luz, por Mirian Leitão


Do ponto de vista do consumidor, a notícia não é tão boa quanto parece; do ponto de vista das empresas, é ruim o suficiente. A Eletrobras, se continuasse sendo remunerada até 2015 pelo valor do contrato atual, a R$ 90 o MWh, em média, receberia R$ 20 bilhões a mais do que na proposta de antecipação das concessões. Já o consumidor não terá em 2013 a queda que espera na conta. 
Quem consome serviços da Light recebeu este mês a conta com o aviso de que a Aneel autorizou alta de 11,8%. Quando se comparar a tarifa média de 2013 não será 16% a menos do que este ano. Será menor, mas não no tamanho anunciado. A Light e outras distribuidoras que compram energia de Itaipu repassarão para o consumidor o aumento provocado pela alta do dólar. A energia fornecida pela binacional é corrigida pelo câmbio. Há também o repasse do custo do uso das termelétricas. A conta é complicada.
Não é difícil entender por que o valor das ações da Eletrobras evaporou. Os executivos da estatal abriram mão de bilhões em receita. A Moody's ontem rebaixou o rating da companhia, entre outros motivos, porque a geração de caixa nos próximos anos não será suficiente para cobrir custos operacionais. A empresa que fizer a renovação tem a vantagem de assegurar mais 30 anos de contrato, mas aceita receber um valor bem menor daqui até lá. Foi o que fez a ação despencar. Inúmeros sócios venderam os papéis; o custo para o Tesouro aumentou, será necessário um aporte na empresa que ontem teve sua dívida rebaixada.
Para que a conta de luz caia, o Tesouro terá que injetar dinheiro — o nosso — na Eletrobras. Como a carga tributária sobe há 20 anos, pagaremos menos na conta de luz, mas continuaremos mandando cada vez mais recursos para o governo.
As federações das indústrias fizeram campanha para apoiar a MP 579, acusando críticos da medida de serem contra interesses dos consumidores. Populismo. Eles sabem que há muito tempo se luta pela queda da conta de luz, com a redução das inúmeras taxas, impostos e encargos. O que aconteceu na MP, explica o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, foi que o governo tinha várias propostas boas para baixar a conta de luz. Mas, na pressa, improvisou um caminho que criou distorções.
O governo se comprometeu a remunerar o custo do dinheiro das indenizações que as empresas de transmissão receberão parcelado, em 30 anos. Mas não formalizou a decisão. No papel, está dito que a correção será apenas pelo IPCA.
— A proposta corrige o capital pela inflação, mas não traz rendimento adicional que as empresas teriam com investimentos. Cemig e Cetep aceitaram porque integrantes da Aneel, do Ministério das Minas e Energia e do Tesouro disseram, de boca, que vão remunerar também o capital. Mas isso é um improviso, não está oficializado — explicou Sales.
O governo deu às empresas um prazo de 60 dias para decidir sobre as novas regras. Mas os contratos têm até 30 anos de duração. Houve pouco tempo para se tomar uma decisão de longo prazo. As regras já foram mudadas no passado recente, mas com tempo para o entendimento do impacto da proposta.
Os impostos continuam altos. De cada R$ 100 da conta, R$ 45 são impostos, contribuições e encargos que vão parar nos cofres dos governos federal, estadual e municipal. A MP 579 tira apenas R$ 7 de impostos e encargos da conta. Os outros R$ 13 — para se chegar à queda média de 20% prometida pela presidente Dilma — saem das empresas. Com menos caixa, as companhias reduzirão investimentos. Isso aumenta o risco do sistema. Imagina quando o Brasil estiver crescendo!
Mirian Leitão

Conheça o prefeito eleito que teve o registro cassado por multa de R$3 reais



O prefeito eleito de Álvares Machado (SP), Horácio Fernandez (PV), teve o registro da candidatura cassado por uma dívida de R$ 3,51 com a Justiça Eleitoral. Segundo decisão reformada do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Fernandez não quitou uma multa eleitoral por ausência nas urnas nas eleições de 2006. Ainda cabe recurso.
A decisão, publicada nesta terça-feira (18), reforma a sentença do juiz eleitoral que havia concedido o registro a Fernandez às vésperas da eleição, quando Juliano Garcia (PT) desistiu de concorrer.
O prefeito eleito foi diplomado na manhã desta quarta-feira (19) e afirmou que vai entrar com recurso contra a decisão. "Nem sabia da existência desta multa, já que minha candidatura havia sido autorizada. Inclusive tirei passaporte e viajei ao exterior ano passado. E é preciso estar quite com a Justiça Eleitoral."
Fernandez foi eleito com 8.098 votos, 61% dos válidos do município de 23.513 habitantes, 567 km a oeste de São Paulo.
O cartório eleitoral ainda não recebeu uma notificação oficial. O juiz local tomará sua decisão, que pode manter Fernandez na prefeitura, decidir por uma nova eleição ou eleger o segundo colocado nas urnas, Cecilia Katsutani (PSDB), que recebeu 5.169 votos.

Folha

Ministério Público pede cassação do diploma do prefeito eleito de Russas


O Ministério Público do Estado do Ceará entrou com um recurso contra a expedição dos diplomas do prefeito e do vice-prefeito eleitos de Russas. São eles, Raimundo Weber de Araújo e Gerardo Magela Maia Estácio, respectivamente. A ação foi ajuizada nessa segunda-feira (17), através do promotor de Justiça Tibério Carneiro.

     O recurso está baseado no julgamento de novembro de 2009, que reconheceu a prática de improbidade administrativa no processo de tomada de contas especial e na prestação de contas, na época em que foi prefeito, em gestão anterior. Dessa forma, o nome de Raimundo Weber constava na lista de gestores com nota de improbidade administrativa do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Porém, ele conseguiu ter o registro de candidatura deferido na Zona Eleitoral com base numa liminar.

     Posteriormente, o juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública revogou a liminar, baseada na Lei da Ficha Limpa, retornando a Raimundo Weber a condição de inelegibilidade. Por isso, o MP requer ao TRE a cassação do diploma dos prefeito e vice-prefeito eleitos de Russas.

MPCE

Brasil começa a produzir medicamento para tratamento do câncer

O Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu nesta quarta-feira (19) o primeiro lote do medicamento mesilato de imatinibe, usado no tratamento de leucemia mieloide crônica e do tumor do estroma gastrointestinal. O remédio é produzido pelos laboratórios públicos Farmanguinhos e Vital Brazil, em parceria com cinco laboratórios privados. 

 Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é o primeiro medicamento genérico para o câncer produzido no Brasil. De acordo com ele, no País, cerca de 8 mil pessoas dependem do medicamento, que era comprado de um laboratório estrangeiro por R$ 140 milhões por ano. Com a produção nacional do remédio, o Ministério da Saúde acredita que serão economizados cerca de R$ 340 milhões nos próximos quatro anos. “O Brasil passa a produzir um genérico para o câncer, garantindo, para a nossa população, um remédio com qualidade e fazendo com que o Brasil seja autossuficiente em relação a isso. Ou seja, é o Brasil podendo garantir, cada vez mais, o tratamento à sua população, independentemente de qualquer oscilação do mercado internacional”, disse Padilha.


O primeiro lote contém 220 mil comprimidos. Em 2013, serão produzidos 5 milhões de comprimidos, o suficiente para atender a toda a demanda nacional. O ministro disse que a economia garantida pela produção nacional do medicamento pode ser revertida na produção e no suprimento de mais medicamentos à população.
Outro benefício de produzir remédios no País, com a compra garantida pelo Ministério da Saúde, é criar mercado para que grupos farmacêuticos brasileiros e estrangeiros invistam mais na pesquisa e produção no Brasil. Padilha disse ainda que o Ministério da Saúde quer que o País comece a produzir marcapassos e retome a produção de insulina.

Vereador eleito de Independência é preso

O vereador Hélio Coutinho Lacerda (PSD), eleito no último pleito na cidade de Independência, foi preso acusado de trocar drogas por votos.
Hélio e mais duas pessoas acabaram sendo capturadas após uma operação realizada por policiais militares do 7º BPM em Crateús.
"Doutor Hélio Lacerda", como foi registrado no Superior Tribunal Eleitoral (TSE) foi eleito depois de compor uma coligação de nove partidos intitulada de ´Independência para Todos´. Em seu registro de candidato junto ao TSE, ele declarou ter como bens apenas um terreno, no valor de R$ 5 mil, uma caminhonete e uma moto, totalizando R$ 44 mil. Sua prisão foi decretada após as investigações.

Ceará Agora

Zezé Di Camargo e Luciano foram pagos com dinheiro do esquema mensalão, diz Marcos Valério


O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado a mais de 40 anos de prisão por operar o mensalão, entregou à Procuradoria-Geral da República os números de três contas bancárias no exterior nas quais teria feito depósitos para quitar dívidas de campanha do PT com a dupla Zezé Di Camargo e Luciano e com os publicitários Nizan Guanaes e Duda Mendonça. As operações, segundo ele, ocorreram em 2005.
No depoimento prestado em 24 de setembro à Procuradoria-Geral, Valério disse que dinheiro do esquema do mensalão foi usado para pagar a dupla sertaneja e os publicitários.
Nesta semana, o jornal O Estado de S. Paulo confirmou com fontes ligadas ao processo que o empresário também deixou com o Ministério Público os dados das contas bancárias.
Além de terem sido garotos-propaganda de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial de 2002, Zezé Di Camargo e Luciano trabalharam em campanhas petistas em 2004. Neste mesmo ano, Nizan comandou a campanha derrotada de Jorge Bittar (PT) à Prefeitura do Rio — dois anos antes, tinha sido o marqueteiro de José Serra na derrota pela disputa ao Planalto.
Os dados de uma terceira conta, cujo beneficiário seria Duda Mendonça, seriam diferentes da conta nos Estados Unidos na qual o marqueteiro de Lula em 2002 admitiu receber mais de R$ 10 milhões — o publicitário foi absolvido pelo Supremo no julgamento do mensalão após ser acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Duda trabalhou com petistas também no ano de 2004.
Os publicitários e a dupla sertaneja negam ter recebido qualquer pagamento de forma ilegal.
Nesta quarta-feira (19), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, confirmou o recebimento de documentos e depósitos entregues por Valério, mas não especificou sobre o que eles tratavam.
R7

Senado realiza sessão para devolução simbólica de mandatos a senadores cassados na ditadura


O Senado realizar nesta quinta-feira (20), às 15h, uma cerimônia para a devolução simbólica de mandatos a oito senadores cassados durante a ditadura militar (1964-1985). O requerimento da homenagem (REQ 1095/2012), do presidente do Senado, José Sarney, foi aprovado na semana passada. Entre os homenageados, está o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, então senador por Goiás.
Além de JK, serão  entregues diplomas às famílias dos ex-senadores Aarão Steinbruch (1917-1992), pelo Rio de Janeiro; Arthur Virgílio Filho (1921-1987), pelo Amazonas; João Abraão Sobrinho (1907-1993), por Goiás; Mário de Sousa Martins (1913-1994), pelo Rio de Janeiro; Pedro Ludovico Teixeira (1891-1979), por Goiás; e Wilson de Queirós Campos (1924-2001), por Pernambuco. Marcello Alencar, que também foi governador do Rio de Janeiro e prefeito da capital, é o único vivo entre os homenageados.
Os ex-parlamentares tiveram seus mandatos cassados entre 1966 e 1969. Apenas Wilson Campos perdeu o mandato em 1975.
No último dia 6, a Câmara dos Deputados devolveu os mandatos dos 173 deputados federais cassados durante a ditadura militar. Desses, 28 estão vivos e participaram da solenidade em que tiveram seus mandatos simbolicamente devolvidos. Parentes dos 145 deputados cassados já falecidos receberam, na homenagem, os diplomas e broches de uso parlamentar.

José Guimarães é o novo líder do PT na Câmara



O deputado José Guimarães (PT-CE) assumiu hoje o comando da Bancada do PT na Câmara, no lugar do deputado Jilmar Tatto (PT-SP). A sucessão, que normalmente ocorre em fevereiro, foi antecipada em razão de Tatto ter aceitado o convite para ser secretário de Transportes do município de São Paulo, a partir do dia 1º de janeiro, na administração do petista Fernando Haddad.

O nome de José Guimarães foi aclamado pela bancada na noite de terça-feira (18), durante jantar de confraternização oferecido aos parlamentares do PT pelo presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS).

Guimarães afirmou que 2013 será um ano de grandes tarefas e desafios para toda a Bancada do PT. “Estaremos firmes na defesa do governo Dilma e dos projetos que beneficiam toda a sociedade brasileira”, disse. Ele lembrou que no ano que vem completam-se dez anos do PT à frente do governo federal. “Devemos celebrar as conquistas realizadas no período, como o combate às desigualdades sociais e regionais. O Brasil transformou-se profundamente com Lula, e damos prosseguimentos às mudanças com o governo Dilma”.

Além da pauta do Parlamento, Guimarães apontou as tarefas específicas do Partido dos Trabalhadores. “Vamos estreitar as relações com o partido e atuar ativamente nos trabalhos preparatórios para o Processo de Eleições Diretas (PED), no ano que vem. O PED é um método instituído desde 2001, através do qual os filiados elegem seus dirigentes em todo o País, de forma direta e democrática. Com mais de 1,5 milhão de petistas de carteirinha, o PT é o único partido brasileiro que adota esse sistema. O V Congresso do PT, possivelmente no começo de 2014, também demandará esforços da bancada”, observou Guimarães.

Cid Gomes faz duras críticas a Luiz Fux no twitter

O governador do Ceará, Cid Gomes, disparou duras críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, que invalidou a aprovação do regime de urgência para tramitação dos vetos impostos pela presidente Dilma Rousseff ao texto sobre a redistribuição dos royalties do petróleo. Três textos curtos publicados por Cid Gomes em sua página no Twitter tratam de Fux. O primeiro e mais duro deles diz: “O Ministro Fux (o mesmo que ia ‘matar no peito’ o mensalão) deu liminar, monocraticamente, interpretando o Regimento Interno do Congresso”. É uma referência direta à reportagem publicada pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo sobre um suposto compromisso assumido por Fux para inocentar envolvidos no mensalão. No segundo texto, Cid Gomes insinua que Fux interferiu no legislativo: “Em sua decisão ele impede o Poder Legislativo de apreciar o veto dos royalties”. O terceiro texto afirma que a decisão é inconstitucional: “O ministro carioca, que no mínimo deveria submeter seu pensamento ao pleno do STF, fere de morte o artigo 2o. da Constituição Brasileira”.

Época