segunda-feira, 31 de março de 2014

Vídeo: Parte do teto do HGF desaba


As chuvas em Fortaleza na madrugada desta segunda-feira, 31, provocaram o desabamento departe do teto da Sala de Estabilização do Hospital Geral de Fortaleza, na rua Ávila Goulart, no bairro Papicu. Não houve feridos, mas na ala da Unidade de terapia Intensiva, goteiras atingiram os pacientes.


Segundo a assessoria de imprensa do HGF, no local do desabamento, estavam quatro pacientes, mas nenhum foi atingido. Eles foram encaminhados para outra área do HGF e o problema, ainda segundo a assessoria do hospital, teria sido ocasionado por uma canalha que estava entupida e não suportou a chuva. 

Veja o vídeo do exato momento:



O Povo

Empresários querem Lula de volta ou mudança de governo

Na opinião de Greg Lesko, diretor-gerente da Deltec Asset Management em Nova York, que têm US$ 800 milhões em ativos, dos quais quase US$ 200 milhões investidos nas bolsas da América Latina, os investidores estrangeiros se sentiriam mais confiantes em voltar a comprar Brasil se houvesse a perspectiva de mudança de rumos da política econômica no próximo governo.
"Sobre a volta do Lula, o ex-presidente apenas manteve no lugar os pilares econômicos estabelecidos no governo Fernando Henrique Cardoso", disse Lesko a esta coluna. "Aconteceria um rally nos preços dos ativos apenas se Lula promovesse uma reviravolta no mix atual de política econômica."
Lesko, contudo, não acredita que Lula e o Partido dos Trabalhadores que ele representa fariam isso. "O que o Lula fez no seu governo não eram as políticas do PT", disse. "Outros quatro anos de políticas do PT, quer seja Lula ou Dilma, não seriam bom para o Brasil."
Para Lesko, uma vitória de Aécio Neves seria o que mais agradaria ao mercado pela perspectiva do retorno de políticas "investment friendly", ou pró-investimento. "A Bovespa já teve uma boa alta, então há um potencial para correção, mas se futuras pesquisas de opinião mostrarem uma eleição bem mais competitiva do que os últimos números de intenção de voto indicaram até agora, então há espaço para a Bovespa manter a valorização já acumulada ou subir até mais", disse Lesko.
Na opinião de um estrategista-chefe de um hedge fund baseado em Londres, o qual investe 80% do seu patrimônio em ações e dívida de países emergentes, se as próximas pesquisas mostrarem uma probabilidade cada vez maior de Dilma Rousseff perder as eleições em favor de um candidato da oposição, em especial Aécio Neves, ou mesmo se ela for substituída por Lula, a Bovespa poderia se valorizar mais 20% sobre o nível atual.
Apenas no mês de março, a Bovespa já acumula ganho de 6,1%, sendo negociada a 49.976,69 pontos por volta das 12h20.
"O Brasil tem um grande problema neste momento que é um mix de política econômica, a qual é percebida pelos investidores brasileiros e estrangeiros como sendo errada", afirmou a fonte, que pediu para não ser identificado. "Há grande preocupação com a postura fiscal do governo brasileiro, com a demanda doméstica e com a falta de investimentos - e o sentimento dos investidores é que a reeleição de Dilma não resolveria tais preocupações, ao menos nos primeiros seis ou doze meses do próximo mandato", explicou.
Volta de Lula. Para ele, o mercado ficaria satisfeito com um cenário em que tivesse de escolher entre a volta de Lula ou a vitória de um candidato de oposição que representasse uma mudança dos rumos da política econômica.
"Mas certamente a volta de Lula como candidato do PT no lugar de Dilma seria um 'driver' (catalisador) poderoso para os preços dos ativos brasileiros", afirmou o gestor de hedge fund inglês. Além da alta da Bovespa, ele considera que a entrada de capital estrangeiro poderia derrubar a cotação do dólar até R$ 2,15.
Já um gestor de um hedge fund nos Estados Unidos, com uma aplicação significativa na bolsa brasileira, comentou que há uma grande frustração entre os investidores estrangeiros com a falta de investimentos no Brasil.
"A reeleição de Dilma Rousseff não reverteria o sentimento negativo hoje prevalecente entre os investidores", disse. Além disso, um segundo mandato de Dilma representaria, aos olhos do gestor ouvido acima, a continuidade do controle de preços da energia elétrica e dos combustíveis, além do intervencionismo em vários segmentos da economia. O reflexo disso, segundo ele, está na resistência das expectativas inflacionárias em ceder.
"Obviamente, uma queda dela nas pesquisas de intenção de voto poderá animar os investidores", afirmou. Para ele, a volta de Lula não resolveria as incertezas dos investidores. "Ninguém quer mais o PT e sua política de controle de preços administrados", afirmou. Para ele, uma crescente possibilidade de vitória de Aécio Neves poderia dar mais confiança aos investidores estrangeiros de que, ao menos quanto à estabilidade macroeconômica, o Brasil poderia "arrumar a casa" e abrir espaço para a volta dos investimentos. 
* A coluna de Fábio Alves foi publicada no serviço Broadcast, da Agência Estado

Pão de Açucar com mais duas lojas no Ceará

O Grupo Pão de Açucar irá abrir mais duas lojas no Ceará este ano, através da sua bandeira Assaí Atacado. Uma unidade será em Messejana e outra em Sobral. 

Prefeito de Várzea Alegre inaugura estátua do Cristo Ressuscitado


O prefeito de Várzea Alegre, Vanderlei Freire (PSD), prometeu em 2013 ao povo da cidade que ergueria na Serra do Gravié uma estátua de Jesus Cristo. A promessa fora feita durante a IX Caminhada à Capela de Maria de Bil neste domingo,30. Segundo informações, mais de 2 mil pessoas foram ao local acompanhar a colocação da estátua.


Fotos: Marco Filho

Eduardo Campos e Aécio Neves trocam mensagens via celular

Além de se falarem a cada dois dias, os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos trocam diariamente mensagens pelo celular, nas quais afinam o tom dos ataques ao governo. Ambos, no entanto, tinham estratégias distintas. O tucano ocuparia a trincheira de ataque feroz ao governo e o socialista, governador de Pernambuco, se apresentaria como o candidato da continuidade, mas sem o continuísmo. O acordo entre eles simplesmente rezava que um não se voltaria contra o outro. Do início do ano para cá, o tal pacto de não agressão ganhou novos contornos e resultou em uma sintonia fina poucas vezes vista em período pré-eleitoral. Analisando as últimas pesquisas de intenções de voto, as equipes de Aécio e de Campos chegaram a uma mesma conclusão: os dois precisam tirar votos da presidenta Dilma para que haja a possibilidade de um segundo turno. E, para tanto, os dois candidatos nunca estiveram tão juntos e tão afinados.  Suas conversas são muito mais frequentes do que sugerem as últimas cenas públicas de um jantar em Ipanema, no Rio de Janeiro, ou o ocasional encontro na festa de debutante da filha do ex-diretor da Caixa, Geddel Vieira Lima. Interlocutores dos dois presidenciáveis disseram à ISTOÉ que Aécio e Campos conversam no mínimo a cada dois dias e trocam diariamente mensagens pelo celular.

13 mil armas apreendidas no Ceará

O número de homicídios, latrocínios (roubos seguidos de morte) e assaltos vem influenciando o comportamento dos moradores de Fortaleza e do interior do Estado. Muitos são os relatos de pessoas de vítimas de criminosos, que portavam armas de fogo. O medo não é gratuito, já que somente neste ano, até o último dia 21, 1.122 pessoas haviam sido executadas no Ceará. Em contrapartida a este número, 13.203 mil armas foram apreendidas de 2012 até fevereiro de 2014, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

Eleições diretas no TJCE

A Associação Cearense de Magistrados (ACM) realiza hoje, às 9h, ato político no Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) visando à implantação de eleições diretas para os cargos de presidente e vice-presidente daquele órgão. A ACM protocolará no TJCE um requerimento solicitando a alteração do Regimento Interno do Tribunal.

domingo, 30 de março de 2014

As marcas da campanha de Dilma este ano



    As pesquisas do PT já identificaram as três marcas que são associadas à gestão de Dilma e serão os carros-chefes de sua campanha: Mais Médicos, Pronatec e Minha Casa, Minha Vida. De acordo com Vera Magalhães, da coluna Painel, a ideia é ampliar a exposição desses programas, assim como o ex-presidente Lula explorou o PAC, o ProUni e o Bolsa Família. Blog Folhape

    Jornal diz que crise da Petrobrás ajudou Eunício Oliveira

    A iminência da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades na Petrobrás levou o Palácio do Planalto e o comando da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff a começar um processo de reaproximação com o PMDB, após semanas de uma intensa disputa política com o principal aliado. O objetivo é consolidar apoios no Congresso Nacional que ajudem a blindar Dilma durante a investigação. Em troca, o PT cede espaços na elaboração dos palanques regionais. O primeiro caso a ser revisto foi justamente onde as negociações estavam mais complicadas: Ceará. No Estado, a crise na Petrobrás pôs fim à disputa de meses entre os irmãos Cid e Ciro Gomes e o senador Eunício Oliveira (PMDB), que reivindicava o direito de disputar o governo. Eunício, que chegou a ser convidado para assumir o Ministério da Integração Nacional para abrir caminho para os irmãos Gomes, rejeitou a oferta feita por Dilma e afirmou que só aceitaria a candidatura ao governo. Passou, desde então, a frequentar todas as reuniões de grupos dissidentes. Mas os problemas na estatal aceleraram a solução. Com o aval da presidente, ele será o candidato da base. A crise na Petrobras também deverá empurrar o PT do Maranhão para uma aliança com o senador José Sarney (PMDB-AP) e com a governadora Roseana Sarney (PMDB). Na Paraíba, a ordem é levar o PT para o PMDB do senador Vital do Rêgo. Dilma decidiu que o PT deverá apoiar o candidato Veneziano do Rêgo, irmão dele, ao governo. A CPI da Petrobrás deverá mudar também o quadro político em Goiás. O PT havia decidido que só se aliaria ao PMDB se o candidato fosse o ex-governador Iris Rezende. Mas o partido passa por uma disputa interna, com favoritismo de José Batista Júnior, o Júnior da Friboi. Há, nesse instante, uma pressão interna do PT para que o partido desista de lançar a candidatura do prefeito de Anápolis, Antonio Gomide, e apoie o nome do PMDB, mesmo que seja Júnior da Friboi. Estadão

    Em abril, Eunício Oliveira lança pré-candidatura ao governo do Ceará

    O senador Eunício Oliveira se prepara para lançar sua pré-candidatura ao governo do Estado ainda no próximo mês de abril.
    Eunício pretende aguardar a definição do governador Cid Gomes, no próximo dia 05 de abril, após acordo acertado na reunião da última sexta-feira.
    O PMDB se organiza para mais um encontro regional no interior do Ceará em Russas, nesse próximo mês, onde Eunício deve confirmar sua pré-candidatura.

     As informações são do blog do jornalista Roberto Moreira.

    Patrícia Saboya no TCE

    A posse de Patrícia Saboya como conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) ocorre amanhã, após ela renunciar, na última sexta-feira, ao mandato de deputada estadual. Indicada pela Assembleia Legislativa e chancelada pelo governador Cid Gomes, Saboya será empossada ao cargo pelo presidente da Corte, conselheiro Valdomiro Távora.
    Na nova vaga, Patrícia deverá, juntamente aos demais conselheiros, fiscalizar e julgar a aplicação dos recursos públicos, além de emitir parecer prévio sobre as contas do governador do Ceará e órgãos vinculados, auxiliando a Assembleia Legislativa no exercício do controle externo. Ela ocupará a vaga deixada pelo ex-conselheiro Pedro Timbó, por conta da aposentadoria compulsória.

    Para maioria dos brasileiros, corrupção atual é maior do que na ditadura, aponta pesquisa

    A maior parte dos brasileiros acredita que a corrupção nos dias atuais é maior do que no período da ditadura militar, aponta pesquisa Datafolha. De acordo com o levantamento, o Brasil atual é melhor em termos de liberdade de expressão, cultura, direitos humanos, economia, social, educação e preservação do meio ambiente. No entanto, 68% dos entrevistados consideram que a corrupção aumentou. Outros setores nos quais o país estaria pior, segundo a pesquisa, são a saúde e a segurança pública. No primeiro item, 33% acham que está melhor, 15% igual e 45% pior. Já na questão da segurança pública, 51% apontam piora.