Terça-feira, 15 de Outubro de 2019
Brasil

Representantes de Whatsapp, Google e The Intercept Brasil podem ser convocados à CPI das Fake News

Publicada em 10/09/19 às 07:17h - 105 visualizações

por Blog do Alex Santana


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A Comissão Parlamentar de Inquérito formada por deputados e senadores para investigar as ‘fake news’ faz sua primeira reunião de trabalho nesta terça-feira (10).

Os parlamentares devem votar requerimentos que preveem, por exemplo, a convocação dos representantes legais no Brasil de Whatsapp, Google, Instagram, Youtube, Twitter e Telegram, além dos responsáveis pelo site de notícias The Intercept Brasil, que divulgou trocas de mensagens entre integrantes da Operação Lava Jato.

O objetivo da comissão que conta com 15 deputados e 15 senadores, segundo seu presidente, o senador Ângelo Coronel, do PSD da Bahia, é descobrir quais os focos da produção em larga escala de notícias falsas, para depois combatê-las.

A deputada Caroline de Toni, do PSL de Santa Catarina, acredita que o objetivo inicial da CPI vai ser desviado pelos partidos de oposição que querem incluir nas investigações uma possível influência de fake news no processo eleitoral de 2018.

“A gente tem que retomar a seriedade das coisas, tem que respeitar as eleições ocorridas no ano passado. O presidente Bolsonaro foi eleito maciçamente pelo povo brasileiro e a oposição tem que aceitar. Eu tô muito preocupada com o rumo que tomou e espero que a gente retome a normalidade porque não dá para aceitar esse tipo de desvirtuamento porque o objeto da CPMI ele já é muito aberto, eu acho que ele fere a legislação porque ela deveria ter um objeto determinado”.

No dia da instalação da comissão de inquérito, a escolha da deputada Lídice da Mata, do PSB da Bahia, para a relatoria do colegiado levou à renúncia do deputado Alexandre Leite, do DEM de São Paulo, que foi quem propôs a criação da comissão.

Já o deputado Rogério Correia, do PT de Minas Gerais, defendeu que, se o objetivo é investigar a divulgação de notícias falsas, a eleição de 2018 não pode ficar de fora.

“O objetivo é mais amplo: é ver a disseminação de mentiras que são chamadas de ‘fake news’ através das redes sociais. Essas mentiras às vezes difamam as pessoas, colocam teses mentirosas, são espalhadas por empresas ou por aquilo que a gente chama de robôs que são empresas que vão disseminando essas mentiras de maneira grotesca e em quantidade muito elevada. É claro que isso inclui também a campanha do presidente Bolsonaro porque havia muitas denúncias sobre isso que estão sendo investigadas pelo Tribunal Superior Eleitoral”.

A CPI mista tem 180 dias para investigar a criação de perfis falsos e ataques cibernéticos nas diversas redes sociais, além da prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis.

A primeira reunião de trabalho da CPI das ‘fake news’ é nesta terça às duas e meia da tarde.




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